A qualquer momento encontramos motivos para nos deitarmos abaixo ou para dizermos mal de nós próprios. Este número de trabalhadores empregados à procura de emprego, além de motivar um número extraordinário de idas à oficina, ao dentista ou ao médico com o filho (as idas a entrevistas para outro emprego em horário laboral é um fenómeno totalmente por explorar pelo jornalismo e pelas ciênciais sociais, e atenção que isto não é brincadeira, estou a falar muito a sério), devia fazer-nos pensar que afinal os portugueses não são um povo amorfo, quieto e acomodado ao destino que lhes coube. Lutam, querem mais, querem superar-se. Como vêm, vamos no bom caminho!
Contraste Urbano - Lisboa