Serviço Público de Música
Latin'América - Jafumega
Uma outra música deles era "A ponte é uma passagem/para a outra margem..."
Aqui, mais informações sobre a banda portuguesa mais parecida com os The Police.
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sábado, junho 16, 2007
sábado, junho 02, 2007
Três vídeos
Ontem, assinalaram-se duas coisas.
Primeiro, o Dia Mundial da Criança, o qual eu quero aproveitar para assinalar com um famoso, embora desconhecido vídeo, sobre as celebrações do Dia da Criança em Leiria, em 1975. Vídeo este especialmente indicado para os nossos leitores leirienses, com familiares em Leiria ou mas também para curiosos, não só pelas raras imagens da cidade dos anos 70 mas também pela exuberância e candura das celebrações, muito imbuídas do espírito do 25 de Abril.
As bobinas estiveram desaparecidas durante 30 anos até que em 2005 o filme foi reeditado em DVD por Paulo César Fajardo, a quem devo agradecer, em nome de todos os espectadores anónimos, a colocação dos vídeos no Youtube.
Nota: a duração dos vídeos faz com que post se transforme numa sessão de cinema, e não num rápido visionamento de clipes. Por favor, visionai apenas quando tiverem a dsponibilidade necessária.
Aqui o documentário original...
E aqui o extra produzido em 2005.
Depois, o 40º aniversário desse grande marco da música psicadélica e universal que foi a Banda do Clube dos Corações Solitários de Sargento Pimenta. Ficamos com o clip de "Lucy in the Sky with Diamonds", música que os Beatles sempre afirmaram as pés juntos não ser nenhuma referência ao uso de drogas e classificando como invenção o facto de as iniciais do título corresponderem a LSD.
Uma grande música e um grande álbum.
Ontem, assinalaram-se duas coisas.
Primeiro, o Dia Mundial da Criança, o qual eu quero aproveitar para assinalar com um famoso, embora desconhecido vídeo, sobre as celebrações do Dia da Criança em Leiria, em 1975. Vídeo este especialmente indicado para os nossos leitores leirienses, com familiares em Leiria ou mas também para curiosos, não só pelas raras imagens da cidade dos anos 70 mas também pela exuberância e candura das celebrações, muito imbuídas do espírito do 25 de Abril.
As bobinas estiveram desaparecidas durante 30 anos até que em 2005 o filme foi reeditado em DVD por Paulo César Fajardo, a quem devo agradecer, em nome de todos os espectadores anónimos, a colocação dos vídeos no Youtube.
Nota: a duração dos vídeos faz com que post se transforme numa sessão de cinema, e não num rápido visionamento de clipes. Por favor, visionai apenas quando tiverem a dsponibilidade necessária.
Aqui o documentário original...
E aqui o extra produzido em 2005.
Depois, o 40º aniversário desse grande marco da música psicadélica e universal que foi a Banda do Clube dos Corações Solitários de Sargento Pimenta. Ficamos com o clip de "Lucy in the Sky with Diamonds", música que os Beatles sempre afirmaram as pés juntos não ser nenhuma referência ao uso de drogas e classificando como invenção o facto de as iniciais do título corresponderem a LSD.
Uma grande música e um grande álbum.
terça-feira, maio 22, 2007
Este ano não estive cá
Para o ano, quem sabe. Talvez por não ter estado cá lhe tenha sentido mais a falta.
Hoje foi o dia da Cidade de Leiria.
L.A Galaxy contrata David Beckham e Abel Xavier
Estas notícias sobre o clube da Califórnia levam-me a concluir que está em curso a formação de uma Super Male Model Soccer Team, o que permite supôr quem serão as próximas contratações:

Windmill, for the land
Para o ano, quem sabe. Talvez por não ter estado cá lhe tenha sentido mais a falta.
Hoje foi o dia da Cidade de Leiria.

L.A Galaxy contrata David Beckham e Abel Xavier
Estas notícias sobre o clube da Califórnia levam-me a concluir que está em curso a formação de uma Super Male Model Soccer Team, o que permite supôr quem serão as próximas contratações:


Windmill, for the land
segunda-feira, abril 09, 2007
O princípio da separação de poderes
O poder corrompe. Separar e limitar o poder do Estado, de forma a evitar os seus abusos, é uma ideia básica das democracias liberais modernas.
Quando o Estado democrático comete abusos, aponta-se a culpa à democracia. Contudo, sonha-se com um poder mais forte, em vez de se sonhar com uma democracia reforçada. Trágico engano; o poder mais forte apenas reforça a capacidade do Estado de cometer abusos.
Tanto assim que mesmo nos Estados Unidos da América, onde a tradição de separação e limitação dos poderes do Governo central (federal) está muito enraizada - até aí o Estado comete abusos.
Em 1898, para financiar a guerra com a Espanha, o governo americano instituiu um imposto sobre o telefone - na altura um objecto de luxo e utilizado apenas por uma elite. O objectivo era financiar o esforço de guerra.
A guerra terminou, Cuba passou a ser um protectorado norte-americano, e o telefone começou a massificar-se, tal como o Ford modelo T.
Contudo, o imposto não foi revogado... e todos os novos assinantes, encarando o preço como natural, continuaram a fazer chamadas.
E apesar de o Congresso ter votado uma resolução para revogar a Lei, o presidente vetou-a. Não em 1900... mas em 2000.
Se mesmo numa democracia experimentada podem existir este tipo de abusos que noutras circunstâncias até teriam graça, o que poderá acontecer quando o Poder do Estado tem pouco ou nenhum controlo - ou a sociedade não sabe, não quer controlá-lo, ou se sente melhor sob esse Poder?
Esta música não é dos Silence Four
Post-Scriptum: como se sabe, guerras, ameaças externas ou projecções de poder no exterior facilitam a tarefa do Governo de preservar o poder interno, dada a tendência natural da comunidade para o apoiar, o que é um risco para o delicado equilíbrio de poder que é a democracia. Aquele é apenas um pequeno exemplo.
O poder corrompe. Separar e limitar o poder do Estado, de forma a evitar os seus abusos, é uma ideia básica das democracias liberais modernas.
Quando o Estado democrático comete abusos, aponta-se a culpa à democracia. Contudo, sonha-se com um poder mais forte, em vez de se sonhar com uma democracia reforçada. Trágico engano; o poder mais forte apenas reforça a capacidade do Estado de cometer abusos.
Tanto assim que mesmo nos Estados Unidos da América, onde a tradição de separação e limitação dos poderes do Governo central (federal) está muito enraizada - até aí o Estado comete abusos.
Em 1898, para financiar a guerra com a Espanha, o governo americano instituiu um imposto sobre o telefone - na altura um objecto de luxo e utilizado apenas por uma elite. O objectivo era financiar o esforço de guerra.
A guerra terminou, Cuba passou a ser um protectorado norte-americano, e o telefone começou a massificar-se, tal como o Ford modelo T.
Contudo, o imposto não foi revogado... e todos os novos assinantes, encarando o preço como natural, continuaram a fazer chamadas.
E apesar de o Congresso ter votado uma resolução para revogar a Lei, o presidente vetou-a. Não em 1900... mas em 2000.
Se mesmo numa democracia experimentada podem existir este tipo de abusos que noutras circunstâncias até teriam graça, o que poderá acontecer quando o Poder do Estado tem pouco ou nenhum controlo - ou a sociedade não sabe, não quer controlá-lo, ou se sente melhor sob esse Poder?
Esta música não é dos Silence Four
Post-Scriptum: como se sabe, guerras, ameaças externas ou projecções de poder no exterior facilitam a tarefa do Governo de preservar o poder interno, dada a tendência natural da comunidade para o apoiar, o que é um risco para o delicado equilíbrio de poder que é a democracia. Aquele é apenas um pequeno exemplo.
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
domingo, fevereiro 18, 2007
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