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segunda-feira, junho 28, 2010

100% animal

E depois há aquelas situações dignas de um documentário da BBC.



Captado no Campo, concelho de Caldas da Rainha

domingo, junho 13, 2010

Idanha-a-Nova

As regiões do Centro-Sul do país possuem inegavelmente uma maior tradição tauromáquica. Talvez por causa da geografia plana, mais favorável ao animal; talvez por causa da influência maior das civilizações meridionais, nomeadamente a romana, relativamente ao Norte. Seja lá pelo que for, é no centro-sul que encontramos mais facilmente estas manifestações culturais espontâneas. Em Idanha, tal como na Moita, o touro não necessita de ser farpeado.

sexta-feira, junho 11, 2010

Moita

Na Moita do Ribatejo, que afinal pertence à Estremadura, vem-nos um outro exemplo. Os activistas da Animal poderiam invocar que ocupar a via pública com festejos que podem atentar contra a asegurança dos cidadãos é um abuso da liberdade individual, mas eu refuto; por um lado, os activistas da Animal estão preocupados acima de tudo com os direitos dos animais e menos com as liberdades individuais; em segundo, trata-se de um festejo de uma comunidade, com regras fixadas, prazos, alertas, etc., e portanto a segurança dos cidadãos que não querem participar no festejo não é posta em causa; em terceiro lugar, é realmente posta em causa a segurança dos cidadãos que participam activamente nos festejos - mas trata-se de respeitar a liberdade deles de participar. Como diz o povo, "só vai para lá quem quer". Respeitar a vontade desses cidadãos em participar é uma responsabilidade cívica. E sim, eu pessoalmente não me colocaria à frente de um bicho destes.

quinta-feira, junho 10, 2010

Forcão

Entre os defensores puros das touradas e os activistas da Animal, existem vários graus intermédios no que concerne às touradas. Entre eles, as pessoas que apreciam o espectáculo e consideram que se tornaria melhor se se eliminasse o sofrimento do animal (leia-se, farpas e sangue.)

Já existem exemplos tauromáquicos desse género. Este é um deles.

(Estou consciente que os activistas da Animal invocarão que se mantém a utilização de um animal inocente, desnorteado e assustado para gáudio de uma multidão. Mas eu não estou a comunicar para eles, e sim para os que se interrogam sobre se se pode fazer touradas sem farpas.)