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sexta-feira, abril 18, 2008

Mais um ponto rumo à permanência

A Briosa empatou hoje, frente ao vice-líder Vitória de Guimarães, em mais um bom resultado que, mais uma vez, permite que festejemos condignamente durante a Queima das Fitas.



E agora um momento de humor: a última entrevista de Alfredo Reinado.

sábado, fevereiro 16, 2008

Timor e Música. (A inactividade vai manter-se...)

o maior drama de Timor, no momento actual, é a falta de quadros. Qualquer sociedade, qualquer país, depende dos recursos humanos, mais ou menos numerosos, mais ou menos qualificados, de que dispõe. A abundância de técnicos, grandes cientistas, operários ou mesmo cidadãos dedicados e com espírito de sacrifício ou de missão (sabemos, por exemplo, o papel que os missionários da Igreja Católica tiveram na difusão da religião e do império português) condiciona e orienta o destino de uma sociedade.
Timor não tem quadros. Veja-se o caso desta semana. Um grupo de rebeldes paramilitares concebeu e arquitectou um plano para matar o Presidente da República. concentraram-se à porta da sua casa, armados. O que sucedeu? Primeiro, não sabiam que o alvo não estava em casa; depois, embora estivessem (teoricamente) a cercar a casa, o Presidente voltou, passou por eles, entrou dentro de casa e não conseguiram matá-lo!... acabando escorraçados pela segurança, com uma baixa importantíssima - o próprio chefe do movimento. Seria possível conceber uma operação militar com menos sucesso?

Nos Estados Unidos, qualquer adolescentes armado com uma pistola mata 10. (claro que não existe segurança que lhe faça frente.) No Paquistão, um país desenvolvido, quando quiseram matar Benazir Bhutto, estudaram o caso e prepararam-se bem: o gajo leva uma pistola e uma bomba, certifica-se que se não morre de uma maneira, morre de outra. O plano foi estudado, planeado, houve ciência, engenho, a competência ao serviço de um objectivo.
Em Timor, houve apenas um bando de indivíduos, auto-denominados "rebeldes", que conseguiram fazer menos estragos que os caçadores do Carvalhal de Turquel na época da caça à lebre.

Não há prova mais confrangedora da falta de quadros, de pessoas qualificadas, em Timor Loro Sae. Até os bandidos são incompententes.

(Isto para não falar da total ausência de estratégia de marketing; o substituto do major Reinado veio dizer que "eles dispararam primeiro". A sério? Malandros... pois, concerteza que o Major Reinado, acompanhado por um grupo de indivíduos armados, queria apenas dar uma palavrinha ao sr. Presidente da República, quiçá tomar um cafezinho... eles é que foram precipitados...)


Bom, fiquemos agora com um grande hit da primeira metade desta década, que o Reinold já conhecia vários meses antes de chegar a Portugal.