Epa, a melhor maneira é pegares nesta etiqueta e ires ouvindo, porque está lá tudo. Mete a passar durante um jogo de CM. Se o link não funcionar, está do lado direito.
http://sarip.blogspot.com/search/label/Os%20Acidentes%20Vasculares%20Cerebrais
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quinta-feira, abril 07, 2011
sexta-feira, dezembro 24, 2010
Stroke(s)
O post anterior foi escrito antes da saída de Jorge Costa do comando da Briosa e a sua manutenção como post mais recente justificou-se assim plenamente, de forma simbólica. Cá por mim, desejo tudo do melhor ao treinador que nos garantiu o melhor arranque de campeonato dos últimos 40 anos e espero que o substituto consiga aguentar serenamente a manutenção (sim, porque enquanto tivermos que vender os nossos Sougous aos Bragas que andam por aí, é cedo para pensar num projecto europeu sustentável.)
no Super Bock Super Rock
Pois é, os Strokes estão em Portugal em 2011!
no Super Bock Super Rock
Pois é, os Strokes estão em Portugal em 2011!
domingo, agosto 30, 2009
sábado, agosto 01, 2009
Miríade - 5
ESALV Tracking, IX
"Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque!"
É fantástico como em 10 anos não envelheceu uma única ruga, e se mostra de perfeita saúde.
Citação
"O problema com o Mundo é que os fanáticos e os palermas têm sempre muitas certezas e as pessoas sensatas têm sempre demasiadas dúvidas"
B. Russell (1872-1970)
Os Marrazes e os Pinheiros
Quando o Gonçalo me contava a história da pia baptismal, eu pensava que fosse um acontecimento algures do início do século XX. Tinha todo o ar, como o é de facto, de uma história passada oralmente por via familiar, sendo ele natural dos Pinheiros e relatando, portanto, o ponto de vista desta aldeia, nesta questão - a aldeia que se sentiu roubada e penalizada, e na qual a história certamente fará maior lembrança.
Casualmente, esbarro num documento oficial sobre a história, e fico estupefacto. Não é do século XX. É do início do século XIX...
A Igreja Paroquial dos Marrazes ficou pronta para receber o símbolo de Freguesia a PIA no ano de 1829. Após conflitos com a autoridade eclesiástica e até apelos ao Rei, a contestação ganhou contornos de guerrilha, com os populares a fazer resistência armada com foices, enxadas, varapaus e pedras. O episódio obrigou à intervenção de um a escolta de trinta praças de infantaria, vinte e duas milícias e voluntários realistas de Leiria, que foram recebidos pelo povo armado com cacetes e pedras, de que resultou a morte de dois populares e vários feridos.
(Artigo completo)
É impressionante: ele conta a história como se os seus avôs os bisavôs a tivessem vivido, mas vem muito mais de trás...
Variações
Ainda temos reportório para mais algumas variações. Juntar Coimbra/Queima 2009 e The Strokes, sem qualquer razão para isso, é essencial para que não nos levem muito a sério.
A Avenida Dias da Silva, às 15 horas, com uma temperatura de cerca de 30 graus, vazia, silenciosa, e a convidar uma sesta.
E para nos levarem ainda menos a sério,
Não pode!
Palavra!
Não pode.
Estou-lhe a dizer.
"Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque!"
É fantástico como em 10 anos não envelheceu uma única ruga, e se mostra de perfeita saúde.
Citação
"O problema com o Mundo é que os fanáticos e os palermas têm sempre muitas certezas e as pessoas sensatas têm sempre demasiadas dúvidas"
B. Russell (1872-1970)
Os Marrazes e os Pinheiros
Quando o Gonçalo me contava a história da pia baptismal, eu pensava que fosse um acontecimento algures do início do século XX. Tinha todo o ar, como o é de facto, de uma história passada oralmente por via familiar, sendo ele natural dos Pinheiros e relatando, portanto, o ponto de vista desta aldeia, nesta questão - a aldeia que se sentiu roubada e penalizada, e na qual a história certamente fará maior lembrança.
Casualmente, esbarro num documento oficial sobre a história, e fico estupefacto. Não é do século XX. É do início do século XIX...
A Igreja Paroquial dos Marrazes ficou pronta para receber o símbolo de Freguesia a PIA no ano de 1829. Após conflitos com a autoridade eclesiástica e até apelos ao Rei, a contestação ganhou contornos de guerrilha, com os populares a fazer resistência armada com foices, enxadas, varapaus e pedras. O episódio obrigou à intervenção de um a escolta de trinta praças de infantaria, vinte e duas milícias e voluntários realistas de Leiria, que foram recebidos pelo povo armado com cacetes e pedras, de que resultou a morte de dois populares e vários feridos.
(Artigo completo)
É impressionante: ele conta a história como se os seus avôs os bisavôs a tivessem vivido, mas vem muito mais de trás...
Variações
Ainda temos reportório para mais algumas variações. Juntar Coimbra/Queima 2009 e The Strokes, sem qualquer razão para isso, é essencial para que não nos levem muito a sério.
E para nos levarem ainda menos a sério,
Não pode!
Palavra!
Não pode.
Estou-lhe a dizer.
segunda-feira, julho 27, 2009
180 000 kms
O F1.1 continua a alcançar fronteiras impensáveis. Só faltam 20 000 kms para dar a volta ao marcador a segunda vez.
Gama
"Heidelberg onde tinha aprendido, além da medicina e da política, que a Índia, tal como o rádio, tinha sido "descoberta" pelos europeus; Oskar era até um grande admirador de Vasco da Gama; e foi isto que o levou a separar-se dos amigos, o facto de o considerarem uma espécie de invenção dos antepassados deles."
Rushdie, Salman (1981), Os Filhos da Meia Noite, Biblioteca Sábado: p. 11
É assim que Salman Rushdie nos diz que um jovem indiano que foi estudar Medicina para a Alemanha,no início do século XX, era confrontado com a descoberta de Gama, aparentemente admirado pelos alemães. A nota mais curiosa de Rushdie, aqui, é a forma como a Índia é uma invenção dos antepassados deles, isto é, dos europeus.
Caramba. Um gajo até se sente mais europeu.
Estátua de Vasco da Gama, em Sines, a sua terra natal. O peso da sua herança é tão grande que obriga os portugueses de hoje a curvarem-se.
Variações

Gama
"Heidelberg onde tinha aprendido, além da medicina e da política, que a Índia, tal como o rádio, tinha sido "descoberta" pelos europeus; Oskar era até um grande admirador de Vasco da Gama; e foi isto que o levou a separar-se dos amigos, o facto de o considerarem uma espécie de invenção dos antepassados deles."
Rushdie, Salman (1981), Os Filhos da Meia Noite, Biblioteca Sábado: p. 11
É assim que Salman Rushdie nos diz que um jovem indiano que foi estudar Medicina para a Alemanha,no início do século XX, era confrontado com a descoberta de Gama, aparentemente admirado pelos alemães. A nota mais curiosa de Rushdie, aqui, é a forma como a Índia é uma invenção dos antepassados deles, isto é, dos europeus.
Caramba. Um gajo até se sente mais europeu.
Variações
domingo, julho 26, 2009
Os domingos de manhã são muito estranhos
Especialmente quando se acabou de sonhar com questões de trabalho. E o pior é que, ao contrário do que é habitual, há ali um pormenor que até pode fazer sentido e que tenho de ir verificar amanhã...
Massa
O Felipe Massa teve um dos acidentes mais parvos de que há memória, e que provavelmente o teria matado se fosse aqui há uns anos. (Tão parvo como o acidente que vitimou o piloto inglês Henry Surtees, de 18 anos, na Fórmula 2, há uns dias atrás.)
A praga de gajos do século XIX
Variações

Massa
O Felipe Massa teve um dos acidentes mais parvos de que há memória, e que provavelmente o teria matado se fosse aqui há uns anos. (Tão parvo como o acidente que vitimou o piloto inglês Henry Surtees, de 18 anos, na Fórmula 2, há uns dias atrás.)
A praga de gajos do século XIX
Variações
sábado, julho 18, 2009
Morreu Walter Cronkite
"Emocionou-se ao dar ao país a notícia da morte de JFK, entusiasmou-se em directo com a chegada do homem à Lua, questionou em horário nobre a possibilidade de vitória norte-americana na Guerra do Vietname. Terminava cada noticiário com a frase: “And that’s the way it is”. Walter Cronkite, o homem em quem os americanos mais confiavam, morreu ontem, com 92 anos."
Notícia completa no Público
"Well, I've got news for you... you arent'!"
And now, for something completely different
O quê? Mas ainda havia mais?

Tinha ficado esquecida.
Notícia completa no Público
"Well, I've got news for you... you arent'!"
And now, for something completely different
O quê? Mas ainda havia mais?
Tinha ficado esquecida.
segunda-feira, junho 29, 2009
Panóplia (IV)
Neda
Com algum atraso, fica aqui uma referência à rapariga iraniana vítima da repressão policial de um regime que treme, agora que se foi embora o Satan Bush que tudo justificava.
Saviola
Se eu fosse benfiquista, teria vergonha que uma administração em gestão corrente decidisse, com nítidos propósitos eleitorais, um investimento de 5 milhões de euros num jogador em sub-rendimento já há algum tempo.
Se a ideia é comprar todos os grandes jogadores do tempo em que éramos estudantes, sugiro ao Benfica que compre rapidamente o Recoba.
Queima - 110 anos, 110 dias
Terminou há pouco a Queima das Fitas 2009. Para o ano há mais.
Então mas esta treta nunca mais acaba?

Por agora, sim, é a última.
Com algum atraso, fica aqui uma referência à rapariga iraniana vítima da repressão policial de um regime que treme, agora que se foi embora o Satan Bush que tudo justificava.
Saviola
Se eu fosse benfiquista, teria vergonha que uma administração em gestão corrente decidisse, com nítidos propósitos eleitorais, um investimento de 5 milhões de euros num jogador em sub-rendimento já há algum tempo.
Se a ideia é comprar todos os grandes jogadores do tempo em que éramos estudantes, sugiro ao Benfica que compre rapidamente o Recoba.
Queima - 110 anos, 110 dias
Terminou há pouco a Queima das Fitas 2009. Para o ano há mais.
Então mas esta treta nunca mais acaba?
Por agora, sim, é a última.
sexta-feira, junho 19, 2009
3º post com Santa Clara & Strokes
E pergunta algum leitor distraído, mas que raio é isto? Qual é o sentido oculto destes posts? Qual a relação entre o mosteiro de Santa Clara-a-Velha e a banda norte-americana The Strokes? Qual o enigma por trás disto?
E a resposta é simples: nenhum. Não há. Se há algum, é precisamente esse, o contraste entre duas coisas sem qualquer relação uma com a outra. Não nos levem a sério. Obrigado.
quinta-feira, junho 18, 2009
quarta-feira, junho 17, 2009
segunda-feira, junho 15, 2009
Epá, por mim tudo bem
Eu, por mim, espero sempre que os leitores não me levem a sério. E penso sempre que é isso que acontece. Ainda há dias, com aquela história do futebol como indústria. Alguém me levou a sério? Metade diz que o CR não devia ganhar tanto dinheiro, outra metade diz que o futebol é uma pouca-vergonha e como é que a União Europeia não põe mão neste regabofe de milhões. É evidente que ninguém me levou a sério.
Não sei se já contei aqui aquela história de como um sismo em Lisboa é o que o país precisa para sair da crise, e que é isso que a classe política deseja mas não diz em voz alta? Já me aconteceu contar isto e ficarem muito escandalizados, porque me levaram a sério. Não era suposto. Ou era? Acho que não.
Quem é que pode levar a sério um gajo que, de repente, descobre um disco de 2001 e pensa "olha, o que eu andei a perder!?" Cortesia do W., que me ofereceu este álbum, e mais 2 ou 3, aqui há uns anos. Um grande álbum que recomendo a todos os nossos leitores.
(Eu gostava de dar os parabéns publicamente ao W. por um petit acomplishment que ele conseguiu a semana passada, mas não posso, porque senão vou desmascará-lo. É uma ideia que fica para outra oportunidade, para não lhe dar cabo do negócio.)
Não sei se já contei aqui aquela história de como um sismo em Lisboa é o que o país precisa para sair da crise, e que é isso que a classe política deseja mas não diz em voz alta? Já me aconteceu contar isto e ficarem muito escandalizados, porque me levaram a sério. Não era suposto. Ou era? Acho que não.
Quem é que pode levar a sério um gajo que, de repente, descobre um disco de 2001 e pensa "olha, o que eu andei a perder!?" Cortesia do W., que me ofereceu este álbum, e mais 2 ou 3, aqui há uns anos. Um grande álbum que recomendo a todos os nossos leitores.
(Eu gostava de dar os parabéns publicamente ao W. por um petit acomplishment que ele conseguiu a semana passada, mas não posso, porque senão vou desmascará-lo. É uma ideia que fica para outra oportunidade, para não lhe dar cabo do negócio.)
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