Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens

domingo, novembro 16, 2014

Tu Quoque, Marklium?


Conclusão:

Até o Markl, o sujeito mais pacato do mundo, se transformou - e faz parte dos lisboetas que BUZINAM SELVATICAMENTE  0,3  SEGUNDOS  depois de o semáforo passar a verde.

Ramada, Odivelas

No concurso da RTP "Quem Quer Ser Milionário":

MMG: vem de Ramada, isso é lá para cima, não é?

Concorrente: Odivelas.

MMG: Pois, é um bocado acima de Lisboa.


Para os lisboetas, a província, o campo e o interior - são do IKEA de Loures e do aeroporto para lá.

sábado, agosto 23, 2014

No tourist - he's just at home

Este blog, embora pareça ainda mais parado que o habitual, não está - na verdade, por estes dias ele tem bons motivos para voltar ao activo.


Quem me quiser encontrar, em todo o caso, pode fazê-lo por aqui. De qalquer maneira, vamos ter por aqui outras novidades nos próximos tempos. Como esta bela foto de Lisboa, por exemplo.

foto by Danish Latif


sexta-feira, janeiro 08, 2010

Lisboa pré-1755 em 3D

"For this next phase of the project, the virtual reconstruction of the eastern side of the Lisbon’s Royal Courtyard (Terreiro do Paço) just before it was destroyed by the 1755 earthquake was updated, as new research corrected the earlier sketches.

The façades of the Opera House were redone, as well as the Palace Gardens. The Clock Tower by Canevari was more accurately modelled. Thanks to a reasonably detailed blueprint for the Patriarchal Church, this whole area was done from scratch, with the western façades inspired by an existing engraving showing one of the remaining buildings. The blueprint also shows a far more precise layout of Capela Street in the decade before the earthquake, which implied a major change of the existing modelled street."

Aqui.



E agora, para algo completamente diferente: o Casal de S. Simão, o seu blogue e o seu enquadramento.



E ainda...

quarta-feira, agosto 26, 2009

Web Marketing e Visibilidade Online (ou, Ainda o regresso do Dani)

Hoje, e a propósito do Dani ter mencionado o espantoso número de visitas alcançado pelo vídeo que colocou no Youtube, vamos abordar esta temática.
O sucesso do Dani deveu-se, não só ao produto em questão, mas também a uma correcta abordagem em termos de marketing. Para alcançar views no Youtube, um vídeo vive muito do marketing viral - mas tudo começa na pesquisa. É preciso que o motor de pesquisa do Youtube "dê" com o vídeo facilmente. Tal depende do título do vídeo e das keywords que o autor do vídeo associa ao mesmo. A colocação de keywords do Dani foi abrangente e precisa; o viral e a natureza do vídeo fizeram o resto.

Peço agora a vossa atenção e o visionamento do seguinte vídeo. Há quase um ano que este vídeo está no Youtube. Sabem quantas vezes foi visto? 1022.



E perguntam-se: como é que é possível um vídeo desta qualidade ter tão poucas views?? A resposta é simples:
- o título, além de não explicar nada do que se trata, ainda por cima está mal escrito - é Bollywood e não Boollywood;
- não tem keywords; só tem "world", "music". Quem estiver a pesquisar por world music pode ou não calhar com isto. Quem estiver a pesquisar por palermices nunca mais lá chega. Sem keywords e sem título, é impossível que o Youtube "relacione" este vídeo com outros, que é outra forma muito de as pessoas conhecerem vídeos - vêem um, vão aos relacionados, outro desperta o interesse, clicam, e assim sucessivamente.

Este vídeo tinha tudo para ter tantas ou mais views até que o do Dani, porque a cultura indiana tem mais alcance que a portuguesa. Mas foi colocado de forma muito deficiente.

(Adorei especialmente o pontapé na cara.)



Habitantes de Lisboa preferem comprar casa a arrendar e não querem sair da cidade (Público)
Um excelente e oportuno inquérito feito pelo IST vem confirmar a ideia que já existia; o mercado valoriza bastante residir perto do emprego, as pessoas sentem que o "pendular" casa-trabalho-casa lhes retira qualidade de vida, e quem trabalha em Lisboa e vive na periferia sonha com o centro. Faz sentido, portanto, que as casas em Lisboa se mantenham caras, devido à procura, e que a capital se continue a esvaziar a favor das áreas metropolitanas.
Por vezes, a lei do mercado não faz sentido nenhum. É nestas alturas que é precisa alguma intervenção dos poderes públicos - caso contrário a Grande Lisboa qualquer dia chega a Mafra e a Samora Correia, e Lisboa torna-se um antro de marginais, abrigados nos prédios devolutos da Avenida da Liberdade. Ou isso ou algo que repita o que aconteceu no Chiado, que é hoje a zona residencial mais cara do país.

(Por falar nisso, fez ontem 21 anos do incêndio do Chiado. Vês, Dani, como é que se faz a ligação a mais uma piada?)



Ainda o Minderico
(...) Mas em Minde, Alcanena, há um polícia de profissão que dedica as suas horas vagas a ensinar minderico (tem três turmas!); acontece também que, em Munique, há uma aluna de pós-doutoramento que provou que o minderico é uma língua, tendo conseguido da Fundação Volkswagen financiamento para o estudo e documentação do «piar» de Minde.

Se falarmos do minderico a algum nosso conhecido e lhe dermos a conhecer algumas palavras — por exemplo, gargantear (cantar), tosar (comer), carrancuda (nuvem), regatinha (chuva), zé-pedro (bigode) — desenhar-se-á na sua face, muito provavelmente, um esgar de desdém. Pertence ele a um grupo lato de pessoas que acha, por exemplo, que não é grande avaria aprender espanhol, afinal, uma língua tão parecida com a nossa, e que assiste calmamente às notícias sobre a falta de habilitações dos professores de espanhol nas escolas públicas portuguesas." (...)
(Ciberdúvidas)



LoveHabibi - Social Networking for Muslims
Não é a primeira, mas pode ser a confirmação de uma tendência: o social networking e o social media podem estar a passar do geral e de massas (Hi5, Facebook) para o particular e o específico.



Outra perspectiva do estuário do Mira

sábado, maio 16, 2009

Uma boa notícia

Porque é bom vermos boas notícias. E porque eu quero acreditar que esta notícia possa ter consequências efectivas.

Tribunal de Contas ‘arrasa’ terminal de contentores
Um relatório preliminar do Tribunal de Contas sobre o terminal de contentores de Alcântara põe em causa o projecto e não lhe reconhece interesse público. Pode ser o princípio do fim de uma obra polémica

As conclusões preliminares do Tribunal de Contas (TC) sobre o contrato que permitiu o alargamento da concessão do terminal de contentores Alcântara por mais 27 anos à empresa Liscont (grupo Mota-Engil), sem concurso público, caíram como uma bomba no Governo e na Administração do Porto de Lisboa (APL).

O relatório preliminar da auditoria a este contrato – enviado pelo TC ao Ministério da Obras Públicas e à APL há cerca de um mês, para esclarecimentos e cumprimento do contraditório – lança sérias dúvidas sobre todo o processo, soube o SOL.

Nesta primeira análise, o Tribunal de Contas considera que não foi salvaguardado o interesse do Estado, uma vez que não foi realizado o concurso público para o novo prazo da concessão da exploração do terminal. (...)

Artigo um bocadinho maior aqui, e completo na edição impressa do Sol.

sexta-feira, janeiro 23, 2009

Notas de Lisboa e de Coimbra

Estive hoje, por breves momentos, no Lumiar.
Quando se pensa em Lisboa pensa-se geralmente no centro, na Baixa, na zona histórica onde os turistas estrangeiros encontram uma cidade antiga e encantadora, banhada pelo vasto estuário, onde até esquecem as atrocidades que lá se vêm cometendo. Ninguém se lembra do Lumiar.

O Lumiar é uma das zonas de Lisboa onde mais se nota o crescimento súbito e acelerado da cidade para os seus arredores, e onde são mais visíveis os contrastes entre o antigo e o moderno. Da antiga aldeia, fora do termo de Lisboa, resta um património histórico muito interessante. A Estrada do Lumiar é uma longa rua ladeada pelos altos muros de quintas e propriedades do século XVIII, onde podemos encontrar, num pequeno largo, uma capela que ficaria bem em qualquer aldeia da Beira ou da Estremadura, ou a casa onde faleceu Cesário Verde. Sem qualquer separação ou distinção, esbarramos nos grandes hipermercados ou nos centros de investigação e inovação que emprestam um ar contemporâneo a um Portugal avesso a modernices.

Ver se da próxima vez passo por lá com um pouco mais de tempo.


De Coimbra, chega-nos a notícia da "inauguração" do criptopórtico romano, no piso inferior do Museu Machado de Castro, depois de abertura abortada no mês passado. O fórum romano de Aeminium é, dizem, um dos legados da arquitectura romana mais impressionantes ainda existente em Portugal, e uma prova da importância desta cidade romana, contemporânea da vizinha Conímbriga de que veio mais tarde a herdar o nome. Prevê-se que uma maior área venha a ser progressivamente aberta ao público até 2010.
Esta é, de certeza, uma visita obrigatória nos próximos tempos - se não for antes, que seja na próxima Queima.

terça-feira, maio 13, 2008

Perspectivas da Área Metropolitana (2)

Centro de Yoga, no Largo de Camões, Lisboa.



Docas.


Edifício-sede da Fundação Oriente, situado na zona Ocidental de Lisboa


Outra perspectiva da Ponte Vinte e Cinco. de Abril.


O Mosteiro que destronou a Batalha como obra máxima do regim... da Dinastia de Aviz. Um dos sintomas de centralismo - afinal, era aqui que chegavam as caravelas.


perspectiva do Centro Cultural de Betão.


o MonoRail de Oeiras - uma obra que dava um post, por si só.


E com esta nos ficamos, despeço-me com amizade e até à nossa próxima viagem.




domingo, maio 11, 2008

Perspectivas da Área Metropolitana

Como este blogue é público - e reparei que é urgente um post sobre os reports do Google Analytics sobre o nosso blog, para desenvolver melhor esta questão de quantas pessoas visitam o nosso blog por dia, e de onde vêm - não vou entrar em demasiados pormenores que não interessam ao caso. Registe-se que ficámos de pré-aviso para aquilo que queremos que seja uma grande festa em Julho próximo.

Fiquemos então com algumas notas de viagem.


Vista panorâmica sobre zona residencial de Oeiras, na proximidade do Parque dos Poetas e do Oeiras Park.

Forte de S. Julião da Barra - Oeiras.

Joint HeadQuarters (Quartel-General Conjunto) da NATO, Oeiras.


Torre de Belém "enfeitada"

Ponte Vinte e Cinco de Abril e Estátua do Cristo-Rei


Castelo de S. Jorge - visto a partir do Miradouro de S. Pedro de Alcântara

Meninas mal-preparadas para a chuva e o vento frio


Estátua do poeta António Ribeiro "Chiado", no largo do seu nome. O eléctrico não é montagem, é mesmo verdadeiro. Para alguns, o gesto do poeta precede em alguns séculos a estética "yo" dos modernos rappers e hip-hoppers.

O Tejo, sempre presente como o background de um desktop. Esquina do Largo do Chiado com o Largo de Camões.

(Continua)

terça-feira, maio 06, 2008

Relato de uma viagem à capital

Consegui a proeza de deixar ir o carro abaixo - um Citroen C4, comercial - mesmo no centro da rotunda do Marquês de Pombal.


Felizmente o tráfego estava momentaneamente parado por um autocarro à minha direita, o que me permitiu dar à ignição antes de poder estorvar o trânsito.







Por outro lado, tive a oportunidade de ver, ao vivo, Sua Majestade o Rei da Suécia, num carrinho com as bandeirinhas do país, e a respectiva comitiva devidamente guardada por um respeitável contingente policial.
Creio que foi a primeira vez que vi um Rei ao vivo. Sem contar com José Cid, claro.