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domingo, setembro 30, 2012
quinta-feira, outubro 25, 2007
O que é que ainda me puxa para ir a Latada?

Perguntaram-me isto há dias. Eu não tive resposta melhor para dar do que a já conhecida comparação com Fátima: o tuga faz uma peregrinação em Maio e em Outubro. Eu também faço, só que é a Coimbra em vez de Fátima.
Não é propriamente pelo cartaz, nem mesmo pelo parque. É em parte pelo reencontro, com as pessoas e com as pedras; para ver se está tudo como estava, se está diferente, melhor ou pior; pela recriação breve do ambiente de festa; é, talvez, um acto de catarse, porque o meu feitio não se coaduna com saudades negativistas.
É provável que no futuro passe a ir apenas na Queima. São fases, estádios, estágios, etapas. Por enquanto, ainda é viável - ou justifica-se - ir também à Latada.
É por tudo isto - ou por nada.
quarta-feira, outubro 24, 2007
Latada e F1
Alguns parecem não gostar do cartaz da Latada. Eu gosto; dada a crise económica, dados os escassos recursos financeiros da AAC e das associações académicas em geral, dados os preços exigidos pelas grandes bandas, dada a opacidade das contas deste tipo de certames (receio bem que ainda vou assistir em vida à queda da III República e à sua substituição por um regime autoritário do tipo da II República), e dada a necessidade de trazer bandas minimamente comerciais e não atulhar os cartaz de cenas bué alternativas,
dizia, dados todos estes contras, eu acho que o cartaz até é bom. De qualquer forma, aqui fica o protesto, e sugiro ao nossos leitores que ponham, lado a lado, em duas janelas ou assim, o original e este, para visualizarem exactamente a quem se refere o autor deste cartaz.
F1 - análise da temporada (?)
Há tanta coisa para dizer desta temporada de 2007 que nem sei por onde começar. Na verdade, creio que esta rubrica de análise se vai prolongar por várias semanas. Quanto mais não seja porque ainda há um recurso em análise, mas só em sonhos se imagina que Kimi possa perder o título ganho na pista.
Posso começar pelo geral: foi uma temporada que teve, de facto e de direito, quatro candidatos ao título. Desde Ecclestone que não acontecia tal coisa (com a possível excepção de 1982 que foi um ano triste e anormal), e sob esse ponto de vista foi um maná numa década ainda sombreada por Michael Schumacher.
Toda essa disputa significou algo: Schumacher não fez falta. Aliás, se nos perguntarmos "há quanto Schumacher abandonou", creio que poucos pensaremos que foi apenas há um ano. Parece que foi há imenso tempo...
E se, como já afirmei, era interessante ver Schumacher a lidar com a idade, por outro lado só sem ele podemos ter duas equipas com dois candidatos ao título cada uma!
Kimi Raikkonen começou a temporada em grande com uma vitória afirmativa e esmagadora, na Austrália, a grande distância dos McLaren. Quase toda a gente previa um título relativamente fácil para o finlandês. O título veio, só que não foi fácil... a vitória de Kimi representa um acto de justiça: justiça porque os seus adversários da McLaren foram beneficiados pela espionagem; e justiça porque o bi-vicecampeão (2003 e 2005) já merecia um título. Se Alonso se tornasse tricampeão e Kimi se mantivesse a zero, seria difícil de explicar que ambos pudessem ter estatuto semelhante entre os Top Drivers - o que acontecia antes do GP Brasil e continua a acontecer agora. Assim, há 2-1 para o espanhol e a luta continua pelos próximos anos.
O estranho é que Kimi parece ter pilotado melhor em 2003 e em 2005 (sem descurar os seus esforços em 2002, 2004 e 2006, já que o padrão do finlandês é sempre alto) do que em 2007. A primeira metade da temporada foi, em parte, perdida com algumas conduções desinspiradas.
Ao contrário de Alonso ou Hamilton, Kimi fala pouco - mas quando fala é para ser levado a sério. Kimi afirmou por alturas do GP França que só então estava plenamente adaptado ao Ferrari ou o Ferrari a ele. E, como Mourinho, se Kimi fala, é mesmo assim. Não foi desculpa; Kimi reconheceu que as coisas não estavam a correr bem. Mas a partir daí, tudo foi diferente - começando logo com duas vitórias na França e na Grã-Bretanha que o relançaram depois de ter parecido totalmente afastado do campeonato.
Ao contrário de Schumacher, Raikkonen não teve tratamento especial da equipa, nem no laboratório nem na pista. Isso dá muito mais valor ao trabalho e à determinação de Kimi que começaram a dar frutos nessas 2 vitórias.
Claro que, se existissem ordens de equipa na McLaren (ou se David Coulthard ainda estivesse a ocupar o carro de Hamilton), Kimi não teria hipóteses. Mas isso fica para outro dia.
dizia, dados todos estes contras, eu acho que o cartaz até é bom. De qualquer forma, aqui fica o protesto, e sugiro ao nossos leitores que ponham, lado a lado, em duas janelas ou assim, o original e este, para visualizarem exactamente a quem se refere o autor deste cartaz.
F1 - análise da temporada (?)
Há tanta coisa para dizer desta temporada de 2007 que nem sei por onde começar. Na verdade, creio que esta rubrica de análise se vai prolongar por várias semanas. Quanto mais não seja porque ainda há um recurso em análise, mas só em sonhos se imagina que Kimi possa perder o título ganho na pista.
Posso começar pelo geral: foi uma temporada que teve, de facto e de direito, quatro candidatos ao título. Desde Ecclestone que não acontecia tal coisa (com a possível excepção de 1982 que foi um ano triste e anormal), e sob esse ponto de vista foi um maná numa década ainda sombreada por Michael Schumacher.
Toda essa disputa significou algo: Schumacher não fez falta. Aliás, se nos perguntarmos "há quanto Schumacher abandonou", creio que poucos pensaremos que foi apenas há um ano. Parece que foi há imenso tempo...
E se, como já afirmei, era interessante ver Schumacher a lidar com a idade, por outro lado só sem ele podemos ter duas equipas com dois candidatos ao título cada uma!
Kimi Raikkonen começou a temporada em grande com uma vitória afirmativa e esmagadora, na Austrália, a grande distância dos McLaren. Quase toda a gente previa um título relativamente fácil para o finlandês. O título veio, só que não foi fácil... a vitória de Kimi representa um acto de justiça: justiça porque os seus adversários da McLaren foram beneficiados pela espionagem; e justiça porque o bi-vicecampeão (2003 e 2005) já merecia um título. Se Alonso se tornasse tricampeão e Kimi se mantivesse a zero, seria difícil de explicar que ambos pudessem ter estatuto semelhante entre os Top Drivers - o que acontecia antes do GP Brasil e continua a acontecer agora. Assim, há 2-1 para o espanhol e a luta continua pelos próximos anos.
O estranho é que Kimi parece ter pilotado melhor em 2003 e em 2005 (sem descurar os seus esforços em 2002, 2004 e 2006, já que o padrão do finlandês é sempre alto) do que em 2007. A primeira metade da temporada foi, em parte, perdida com algumas conduções desinspiradas.
Ao contrário de Alonso ou Hamilton, Kimi fala pouco - mas quando fala é para ser levado a sério. Kimi afirmou por alturas do GP França que só então estava plenamente adaptado ao Ferrari ou o Ferrari a ele. E, como Mourinho, se Kimi fala, é mesmo assim. Não foi desculpa; Kimi reconheceu que as coisas não estavam a correr bem. Mas a partir daí, tudo foi diferente - começando logo com duas vitórias na França e na Grã-Bretanha que o relançaram depois de ter parecido totalmente afastado do campeonato.
Ao contrário de Schumacher, Raikkonen não teve tratamento especial da equipa, nem no laboratório nem na pista. Isso dá muito mais valor ao trabalho e à determinação de Kimi que começaram a dar frutos nessas 2 vitórias.
Claro que, se existissem ordens de equipa na McLaren (ou se David Coulthard ainda estivesse a ocupar o carro de Hamilton), Kimi não teria hipóteses. Mas isso fica para outro dia.
sábado, outubro 20, 2007
Latada 2007
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