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quinta-feira, julho 08, 2010

F1.1: 200 000 km!

O F1.1 bateu mais um recorde de longevidade esta semana, ao esgotar pela segunda vez a capacidade do conta-quilómetros atingindo a bonita marca de duzentos mil quilómetros!

Contudo, apesar de ter voltado ao zero, será difícil convencer um eventual comprador de que se trata de um carro novo.


Nederland
Creio que me enganei nas contas, aqui há dias: 9 jogos de apuramento + 3 jogos da fase de grupos + 8º final + 4º final + 1/2 final + final dá 16 jogos, e não 15. 15 foram os jogos que a nova laranja mecânica venceu até agora - mas mesmo assim creio que os comentadores continuam a não lhe dar o destaque devido. Pelo menos não podem evitar considerá-los como candidatos, mesmo que não os considerem favoritos. Só mesmo o campeão europeu os poderá bater - uma vitória muito convincente contra a Alemanha e um grande jogo em perspectiva.

sexta-feira, abril 30, 2010

Oficina mecânica automóvel Bombarral: Auto Ponte Tomás

O título deste post é propositado, para que quem pesquisar por oficinas no Bombarral possa chegar a esta recomendação positiva da oficina Auto Ponte Tomás, onde o F1.1 foi tratado de uma forma rápida, profissional e honesta, visto que a despesa veio a revelar-se inferior ao inicialmente previsto, por iniciativa da casa.

Num país onde é relativamente frequente as oficinas repararem e substituírem o maior número possível de peças para extorquirem o pato, digo, o cliente ao máximo, independentemente da necessidade das mesmas, o exemplo da Auto Ponte Tomás é uma chama de esperança no profissionalismo e na seriedade - esperança essa tão necessária ao nosso País neste momento difícil.

Recomendo, portanto, a todos os leitores regulares do blog e a todos os que aqui cheguem através do Google, os serviços da Auto Ponte Tomás.

Morada: Zona Industrial São Brás, Lote 3

2540-050 Bombarral
Telefone: 262 601 406
Telemóvel: 919 388 336
Fax: 262 601 406
E-mail: autoponte.tomas@gmail.com


Dentro de alguns dias, o F1.1 será mais uma vez levado ao teste de resistência da IPO (ver tag IPO.) Estará em jogo o seu 17º aniversário, and beyond. Stay tuned.

sábado, agosto 15, 2009

Plêiade - II

Invisível
- Eu não sou uma menina! Eu sou o Jói, dos Aventureiros! Sou um rapaz grande e forte.
- Mas como é que podes ser um rapaz se não tens pilinha?
- Tenho uma pilinha invisível!


As Divinas Comédias - nos bastidores


Bragança e Bombaim
"Como eu suspeitava, a senhora directora das Conservas Bragança e C.a, que dava pelo nome de Mrs. Bragança, era evidentemente a minha ayah de antigamente, miss Mary Pereira, a única mãe que me restava neste mundo. (…)
Mary Pereira, que agora se chama Mrs. Bragança, vive com a irmã Alice, agora Mrs. Fernandes, num apartamento do prédio róseo das mulheres de Narlikar (…)
Mary, que tinha roubado o nome da pobre rainha Catarina, a que deu estas ilhas aos britânicos, ensinou-me o segredo das conservas, no termo de toda uma educação que começou neste mesmo local" (…)

Rushdie, Salman (1981), Os Filhos da Meia Noite, Biblioteca Sábado: pp. 426-428

Do princípio ao fim, sempre os portugueses lá no meio. E, pelos vistos, com o respectivo talento para a culinária sempre apreciado.


Hoje é feriado
Algum dos nossos leitores sabe o motivo?
(Pessoalmente, acho que o dia de ontem é que devia ser feriado nacional.)


Sporting Braga-Académica de Coimbra
Primeira jornada. Mais logo, às 21:15, na Sport TV


Google Opt Out
Uma visão humorística, irónica e... quem sabe, com o seu toque de verdade, à medida que o mundo fica cada vez mais dependente dos serviços da Google, que se vai tornando o novo Big Brother.
O mais inquietante, para mim, acabou por ser a informação disponibilizada no momentos finais do vídeo. Eu já conhecia o valor do F1.1; vamos lá a ver se ele agora me torna milionário.

segunda-feira, julho 27, 2009

180 000 kms

O F1.1 continua a alcançar fronteiras impensáveis. Só faltam 20 000 kms para dar a volta ao marcador a segunda vez.


Gama
"Heidelberg onde tinha aprendido, além da medicina e da política, que a Índia, tal como o rádio, tinha sido "descoberta" pelos europeus; Oskar era até um grande admirador de Vasco da Gama; e foi isto que o levou a separar-se dos amigos, o facto de o considerarem uma espécie de invenção dos antepassados deles."
Rushdie, Salman (1981), Os Filhos da Meia Noite, Biblioteca Sábado: p. 11

É assim que Salman Rushdie nos diz que um jovem indiano que foi estudar Medicina para a Alemanha,no início do século XX, era confrontado com a descoberta de Gama, aparentemente admirado pelos alemães. A nota mais curiosa de Rushdie, aqui, é a forma como a Índia é uma invenção dos antepassados deles, isto é, dos europeus.

Caramba. Um gajo até se sente mais europeu.


Estátua de Vasco da Gama, em Sines, a sua terra natal. O peso da sua herança é tão grande que obriga os portugueses de hoje a curvarem-se.


Variações


domingo, março 29, 2009

Do F1.1 – III

A nossa leitora ÍP comentou, desta forma magistral, o artigo anterior desta rubrica:

"E com um toque de magia, dado num pequeno potenciómetro (ou reóstato fica ao critério), podemos ter um ambiente sonoro altamente idêntico ao da Fórmula 1."

Não posso pedir melhor introdução ao post seguinte. O toque de magia é dado pelo Blaupunkt 1000, com leitor de cassetes, que equipa o F1.1, e que, sintonizado na frequência LW, reproduz, efectivamente, aquele ambiente sonoro, devido à interferência do som do motor Ford V4. O ideal seria mesmo termos uma demonstração em vídeo dessa maravilha, mas não chegaremos a tanto.

Assim, continuamos a saga das semelhanças do F1.1 ao MP4-8. Ayrton Senna teve um ano difícil em 1993, com um deficit de potência em relação aos seus principais rivais, o que causou algumas situações de "locomotiva", com o brasileiro a fazer os possíveis para se manter na frente de adversários mais rápidos. No exemplo seguinte, eles são Alain Prost e Michael Schumacher.



Na estrada regional cheia de curvas, ou no Itinerário Complementar com traços contínuos, assim se comporta o meu F1.1 perante o restante trânsito.


quinta-feira, março 26, 2009

Do F1.1 – II

A comparação com a Fórmula 1 não é assim tão descabida. O meu F1.1 transmite sensações de condução muito semelhantes às de um Fórmula 1. Pode parecer um paradoxo, que passo a explicar.

Na F1 todos os carros têm potência sensivelmente semelhante, o que torna as ultrapassagens muito difíceis. Para poder ultrapassar, o piloto deve puxar ao máximo pelas capacidades do seu carro, tendo noção que mesmo assim não será fácil, ou então aproveitar uma rara oportunidade (erro, desatenção, etc.) do piloto que segue à sua frente. Em qualquer caso, tem de estar muito concentrado, conhecer a pista, medir bem o risco e as possibilidades, sabendo que a ultrapassagem será sempre difícil. E rara.




Ora, é precisamente isso que me proporciona o F1.1 .

segunda-feira, março 23, 2009

Do Ford Fiesta 1.1

Como os leitores deste blogue geralmente sabem, eu tenho um Ford Fiesta 1.1, vermelho, semelhante a este.


Já me têm dito se eu não devia comprar outro. Até me falam em programas fiscais de incentivo ao abate de veículos em fim de vida. Eu penso que não. À medida que os anos passam, cresce a minha admiração e a minha estima por esta viatura. É evidente que nunca vai obter o estatuto de clássico, porque já é de um tempo em que os carros estão massificados e existem muitos modelos, e por isso, mas só por isso, é que não pode competir com os carochas, os datsun 1200, os mini, ou, numa categoria um pouco inferior, os fiat 127, a 4L, o 2CV, e alguns outros. No entanto, o Fiesta 1.1 tem todas as condições para se tornar um carro de culto – para os seus proprietários. O meu F1.1 começa a adquirir uma lenda associada à veterania. Cada quilómetro percorrido é a história de uma batalha pela sobrevivência e contra a revenda – sim, porque qualquer comerciante de automóveis, se se apanhasse com o meu F1.1, rapidamente o venderia a outra pessoa qualquer.

No meu caso, este carro tem várias características muito particulares que vão ocupar alguns dos próximos posts.

E, em primeiro lugar, o facto de:


- ser de 1993

- ter um motor Ford

- ser vermelho


São três características que ele partilha com o MP4-8, o último McLaren conduzido por Ayrton Senna, justamente em 1993.