É relativamente frequente interpretar-se uma determinada obra de arte, ou atribuir-lhe sentidos, significados, até descobrir mensagens ocultas, que o seu autor não tinha em mente, ou que nem lhe passou pela cabeça. O artista corre sempre o risco de não ser compreendido; "same goes" para o risco de ter sucesso, mas ser mal-interpretado. Talvez por isso se diga, também, que o artista cria a obra mas, depois, a obra passa a ser do Público, que a re-interpreta e adopta à sua própria maneira. A obra como que ganha vida própria, e torna-se independente do seu autor.
Acredito que Seth MacFarlane não tenha pensado nisso, e é possível que ele nem conheça a série; mas, não consigo deixar de pensar nesta sequência como uma grande sátira aos intermináveis combates do Dragon Ball, em especial do Dragon Ball Z.