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quinta-feira, novembro 12, 2009

À procura da perfeita repetição

À procura da perfeita repetição,
são anos de pesquisa, fiz a minha função/
à volta de notas que transmiti sem uma emoção,
suficiente para a mente ganhar inspiração/

Assim o rapper Sam The Kid define a sua busca pela música, pela criatividade, pela arte. Dizem alguns que a repetição não tem arte nenhuma, que o rap é sempre igual, sempre a mesma coisa, não sai dali.
Eu discordo - e além disso, o rap não é a primeira corrente musical à procura da perfeita repetição. Há muito que a música popular portuguesa o faz.





O Dínamo de Montes Claros
Um pormenor curioso da entrevista de JM Pureza à Visão:

Além da Académica, também existiu uma coisa chamada Dínamo de Montes Claros...
[Risos] Meus Deus do Céu! Não teve importância nenhuma, mas foi engraçado.

Então, conte.
Foi um clube de futebol que formámos, com 13-14 anos, numas férias. Treinámos no seminário, em Coimbra. Depois, não aconteceu mais nada.

Não chegaram a jogar?
Tivemos um jogo, no Campo de Santa Clara, mas o campo era demasiado grande para nós, nunca mais terminava. O meu amigo José António Bandeirinha, que é agora pró-reitor na Universidade de Coimbra, foi quem sugeriu o nome Dínamo de Montes Claros. Montes Claros era o bairro onde a gente morava.

Dínamo soa um bocado a Europa de Leste...
Sim, tinha assumidamente uma conotação política.

E com essa idade já se metia na política?
Metia. Mas foi com o 25 de Abril (tinha 15 anos) que assumi o gosto pela política como uma área de intervenção (...)




Agora imaginem que, daqui a uns anos, numa entrevista à Visão, perguntam assim ao dr. Berto Messias:

"Além do desporto praticado nos Açores e da passagem pela União de Coimbra, também existiu uma coisa chamada Arroz com Atum...
[risos] Meu Deus do Céu! não teve importância nenhuma, mas foi engraçado...."