Mostrar mensagens com a etiqueta Coimbra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Coimbra. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, setembro 17, 2015

quarta-feira, setembro 16, 2015

Por Coimbra, Setembro 2015

No dia 4 de Setembro estavam a decorrer obras de demolição de um imóvel velho e degradado na esquina da rua das Parreiras com a rua Bernardo de Albuquerque (Celas).

terça-feira, setembro 08, 2015

Maternidade Bissaya Barreto

Não há muitas imagens da Maternidade Bissaya Barreto no Google Images, e este post pretende ser uma pequena contribuição nesse sentido. Fundada em 1963 e situada em Celas, a Maternidade está entre a rua Dr. Augusto Rocha (a que "sobe", desde o fim da rua Lourenço Almeida de Azevedo que vem da Praça da República, em direcção à Cruz de Celas) e a rua Augusta (que "desce" desde a Cruz de Celas). Embora por fora a maternidade pareça degradada, e a casa de banho masculina seja um cubículo no exterior, tão obsoleto e típico do pensamento século XX que se torna engraçado, o interior (instalações e equipamentos) está impecável, e isso é que o que mais interessa. Só posso estar grato ao profissionalismo de todo o pessoal.

A imagem em "mini-azulejo" da parede do lado da rua dr. Augusto Rocha está igualmente bem preservada.)

Uma notícia de 1 de Setembro, num dos diários de Coimbra (há vários anos que não os acompanhava de forma tão atenta ao longo de tantos dias), apontava para a intenção do governo de construir uma nova maternidade, agregando as duas (Bissaya Barreto e Daniel de Matos). Mas sem data de previsão - uma notícia típica de ambiente de pré-campanha.

sábado, fevereiro 15, 2014

Conselho aos caloiros

O "Café Central" de Coimbra
1.º
O quintanista é soberano absoluto: deveis-lhe obediencia e submissão.

2.º
Sêde cortezes com os novatos e venerae os veteranos.

3.º
Não entreis nos bilhares de noite: evitai os vicios, e protegei os cabelleireiros.

4.º
Passai as vesporas de feriado a ler.
Antes as semsaborias de Paul de Kock, do que vir para casa tosquiado.

5.º
Fugi do prego, da batota e do café central: tudo isto deixa a bolsa despejada.

6.º
Amae o quintanista sobre tudo, e o novato como a vós mesmos.

“Almanach dos Estudantes para 1872” A. Sérgio de Castro e A. B. Rodrigues
Coimbra: Imprensa da Universidade, 1871 – pp.121/122

segunda-feira, dezembro 23, 2013

Birds Are Indie

Os Birds Are Indie são um agrupamento musical de Coimbra que foi mencionado na Antena 3 há pouco tempo, a propósito não sei de quê - mas seguramente porque estão a conseguir algum reconhecimento. Eu conheci a vocalista (Joana Corker) aquando do meu estágio, sendo que tínhamos pontos de referência comuns porque é amiga próxima do Miguel Barreto Henriques, e a última vez que a vi e ao Jerónimo foi precisamente na final da Taça, pois calhou ficarmos muito próximos lá na bancada sul do Estádio Nacional.

Boa sorte, pessoal!




sábado, abril 27, 2013

When You Live in Coimbra

Uma Erasmus em Coimbra conta a sua experiência no Tumblr: When You Live in Coimbra.
Alguns dos estabelecimentos comerciais são novos, mas o essencial está lá.

terça-feira, fevereiro 05, 2013

"A ponte entre a meninez e a idade adulta"

por Pedro Rodrigues http://pedrodrigues.blogspot.pt/2012/04/coimbra-dos-amores-coimbra-dos-doutores.html



Coimbra dos amores, Coimbra dos doutores: obrigado

No início vi-te como uma prisão. Afastavas-me de tudo o que mais gostava. Eras a personificação de todos os males. Julgava-te causadora de infelicidades extremas e cólicas de saudades. Amaldiçoava o dia em que era obrigado a retornar aos teus braços e, ao chegar, contava os segundos que faltavam para partir. De certa forma, fazias-me sentir deslocado.

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

Os Erasmus

imsgem UC
"Javier Sanjurjo, espanhol, teve mais sorte e permaneceu um ano na cidade dos estudantes. Ao i diz que escolheu Coimbra porque tinha ouvido falar no ambiente universitário de Portugal e considera que não foi enganado: “As minhas primeiras impressões foram positivas. Mal cheguei senti-me em casa e pressenti logo que ia ser um ano formidável”, recorda. O estudante de Arquitectura conta que o que mais gostava era de acordar de manhã e não saber como nem onde iria acabar o seu dia. “Em Coimbra é tudo imprevisível. Há sempre barbecues, festas, concertos. A cidade não pára”, relembra o espanhol de 24 anos, acrescentando que foi nestes eventos que conheceu aqueles que hoje considera os seus melhores amigos. Para Javier, o melhor sítio que existe na maior cidade é a Praça da Sé Velha. Talvez por isso o jovem diga que a melhor memória que guarda é da Serenata da Queima das Fitas: “Foi absolutamente mágico”, diz."

artigo completo no ionline

domingo, novembro 06, 2011

Troica

foto da página FB do Troica
O Lopes Sousa fez aqui uma bela referência que merecerá um mini-capítulo n' O Livro da SARIP, que é o Troica. Não me estou a recordar de nenhuma história ou momento em específico no Troica (aí a malta poderá contribuir) mas é um dos estabelecimentos mais acolhedores e simpáticos da Coimbra da primeira metade da década passada, e seguramente que o continuará a ser. E clicar "gosto" na página FB do Troica?

segunda-feira, maio 09, 2011

Hoje é Dia da Europa

O título não tem rigorosamente nada a ver com o texto:

"O Luto Académico devia ter acabado em 1974?
Claro. Mas, a luta política e a incompreensão que uma certa esquerda tinha das tradições académicas fizeram com que se mantivesse. Ainda há pouco tempo, o ex-reitor, prof. Seabra Santos, que foi um homem do PCP e da Brigada Victor Jara, admitiu que esse foi um dos grandes erros da esquerda, em Coimbra. É claro que há excessos, na praxe académica, como algum tipo de trupes ou aquela coisa de querer obrigar a que se use a capa e batina, mas, de uma forma geral, a tradição é muito positiva."


Uma longa mas interessante entrevista de Maló de Abreu, ex-presidente da AAC (o presidente que liderou a restauração das tradições, no início dos anos 80) e ex-presidente da AAC/OAF. A ler n' As Beiras.

sexta-feira, maio 06, 2011

Serenata Monumental - Queima 2011

Dedilham-se a esta hora os primeiros acordes da Serenata Monumental da Queima 2011, que eu, por motivos profissionais, não poderei acompanhar via net como tem sido hábito. Assim, exorto

(já há uns tempos que não tínhamos verbos conjugados de forma esquisita, como esta 1ª pessoa do imperativo do verbo exortar)

aos co-bloggers que o façam, através da RUC e da TV AAC. Aos nossos leitores que estiverem presentes em Coimbra no fim-de-semana, os meus votos de muita e boa diversão!

segunda-feira, abril 25, 2011

Traz outro amigo também - Zeca Afonso



Amigo
Maior que o pensamento
Por essa estrada amigo vem
Não percas tempo que o vento
É meu amigo também


Em terras
Em todas as fronteiras
Seja benvindo quem vier por bem
Se alguém houver que não queira
Trá-lo contigo também


Aqueles
Aqueles que ficaram
(Em toda a parte todo o mundo tem)
Em sonhos me visitaram
Traz outro amigo também

sábado, abril 09, 2011

Respeito às raízes

1909 (daqui)
(...) a capa e batina que chegou aos nossos dias é preta… ainda bem, já que assim se chegou a um paradoxo interessante: É que o preto, aquela cor fúnebre e austera, símbolo da morte, do luto e da tristeza, tornou-se, paradoxalmente, por via da capa e batina, a cor da juventude, da alegria e da esperança! (...)

Zé Veloso, no Penedo da Saudade, partilha um pouco mais da sua experiência e dos seus conhecimentos sobre Coimbra - agora sobre "As origens da capa e batina".

terça-feira, março 08, 2011

Eça de Queirós em Coimbra (1861-66)

Busto de Eça, Penedo da Saudade (fonte)
"A Coimbra dêsse tempo era a Coimbra de todos os que por lá passaram na quadra ridente dos 17 ou 18 anos: a visão deslumbrante do alvorecer da Mocidade.
Tudo o que de maravilhoso tem a vida se concentra então em esperanças: o clima das idealizações não é outro senão o dessa idade sagrada, única em que o homem pode iniciar-se na carreira dos grandes destinos, que parte tanto da exaltação da imaginação como da vontade.
Para Eça, como para todos os que contemplaram com olhos de sonho as águas do Mondego, persistia sempre a Coimbra encantada.
«O nosso mote, como a nossa Vida - escreve êle no seu artigo sôbre Antero - todo se encerrava naqueles dois belos versos:

A galope, a galope, oh Fantasia,
Plantemos uma tenda em cada estrêla!



«E em cada estrêla plantávamos uma tenda, onde dormíamos e sonhávamos um instante, para logo a erguer, galopar para outra clara estrêla, porque éramos verdadeiramente, por natureza, ciganos do Ideal. Mas o Ideal nunca o dispensávamos, e nem as sardinhas assadas das Tias Camelas nos saberiam bem se não lhes juntássemos, como um sal divino, migalhas de Metafísica e de Estética. A pândega era mesmo idealista. Ao segundo ou terceiro decilitro de carrascão rompiam os versos. O ar de Coimbra, de noite, andava todo fremente de versos. Por ente os ramos dos choupos, mal se via com a névoa das nossas quimeras...»"

in Lopes de Oliveira, José, Eça de Queiroz - história das suas obras contada por ele próprio, (Lisboa), Vida Mundial Editora, 1944

sexta-feira, janeiro 07, 2011

MC M - Tudo isto é Coimbra

Queres publicidade? Fala de alguma coisa que puxe as pessoas. O Valete ficou famoso à conta de gozar com o Paulo Bento. O MC M (?) também apanhou um nicho de mercado.

Aqui no tasco, não podíamos falhar isto.

quarta-feira, dezembro 15, 2010

SenseWall - by FCTUC and IPN

"This is the latest multi-touch installation by SenseBloom. It’s located in the campus bar at the Computer Science Department of Coimbra University, Portugal.
Created with the intent of letting students and the research community explore new concepts in HCI by designing and creating applications for course projects or just for fun."


SenseWall from Tiago Serra on Vimeo.

O José Hermano Saraiva está muito enganado, neste aspecto. Ele diz que Portugal não devia tentar apostar em indústrias de elevado conhecimento tecnológico porque não temos grande tradição neste campo; no que somos bons é no trabalho com as mãos, diz ele. E ele tem razão, somos muito bons no trabalho manual.

Mais tarde ele auto-corrigiu-se - ele tem essa capacidade, coisa pouco frequente - e disse que também devíamos apostar na "cabeça". Eu suponho que fosse mero preconceito de pessoa antiga e ainda deslumbrada com a tecnologia inventada nos países anglo-saxónicos. Pois há lá trabalho que seja mais manual que este, de desenvolver software?

segunda-feira, outubro 11, 2010