"É NA TERRA NÃO É NA LUA"_trailer 01 from Gonçalo Tocha on Vimeo.
terça-feira, novembro 01, 2011
domingo, abril 12, 2009
Ben-Hur

Este é um filme bíblico não só pelo seu tema mas também pela sua duração: são 212 minutos (3 horas e meia!) de acção e drama variados. Bíblica foi também a tarefa de o ver: creio que ontem consegui pela primeira vez chegar ao fim, pois em outras ocasiões terei adormecido antes do final. em todo o caso, um grande filme que merece bem os 11 Óscares que recebeu, empatado com o Titanic e O Senhor dos Anéis: o Regresso do Rei.
domingo, março 08, 2009
2001, Odisseia no Espaço (1968)
do realizador Stanley Kubrick
Depois da monumentalidade deste filme épico, vamos ficar com a já habitual serenidade das manhãs de domingo.
domingo, julho 27, 2008
Trocadalho

(Já agora, este é o post 1500. É só mais um número redondo. Quando for altura de fazermos festa, fá-la-emos, e quem não vier para a festa, pode ir-se embora.)
sábado, maio 10, 2008
2001, Odisseia no Espaço - 40 anos
O blog da SARIP presta homenagem a esta obra-prima desse gigantesco cineasta que foi Stanley Kubrick, falecido em 1999.
quarta-feira, setembro 05, 2007
Entre Leiria e Alcobaça
Faz todo o sentido rever o Resgate do Soldado Ryan (ou ver pela primeira vez) poucos dias depois de ocorrer um caso semelhante na vida real.
Mas o que o filme nos deixa mesmo a pensar é na importância que tem sabermos que, em tempo de guerra, estamos a dar a vida por algo que vale a pena ou que tem sentido.
Quem diz em tempo de guerra, diz em tempo de paz.
E agora, Reagan.
quinta-feira, abril 12, 2007
Fui ontem ver o 300.
É um bom filme, mas…
O Braveheart vinha constantemente à memória. A chuva de setas causou danos entre os escoceses, mas esses eram simples campónios; já os espartanos, perfeitos guerreiros, não tiveram uma única baixa.
Leónidas a gritar “HOLD!” enquanto o exército espartano aguarda a carga persa. Lembra-vos alguma coisa?
Os guerreiros são demasiado perfeitos. Claro que são espartanos, mas mesmo assim são demasiado perfeitos.
Os elefantes persas também são absolutamente incríveis. O que diria Aníbal, general cartaginês que levou o seu exército com elefantes da Hispânia até Roma passando pelos Alpes, se tivesse visto o potencial bélico dos elefantes persas??…
Uma filme tem ainda umas cenas de sexo e eróticas notáveis, havendo contudo uma distinção subtil entre o sexo legitimado pelo amor, entre o rei e a rainha de Esparta, e a licenciosidade dos oráculos e do harém persa.
Pessoalmente, não associo a liberdade a Esparta. A liberdade da Nação, da Cidade, do Estado, do Colectivo, essa sim, concerteza; mas a liberdade do indivíduo, não. (O filme deixou, da parte do rei Leónidas, um insulto reles a Atenas, “cidade de filósofos e amantes de rapazinhos.” Mas isso fica para outra altura.