quinta-feira, dezembro 29, 2011

Meias-finais: não fazer conta com o ovo....

AAC-Oliveirense

1ª mão: 11 Janeiro (quarta-feira)

2ª mão: 8 Fevereiro (quarta-feira)





 ...a galinha ainda tem de o pôr. O Olhanense já ficou para trás. Mas, seja o FCP, o SCP, confiança sempre em alta!, faltam 180 minutos para o Jamor!

quarta-feira, dezembro 28, 2011

terça-feira, dezembro 27, 2011

domingo, dezembro 25, 2011

Continuação de Boas Festas

A SARIP deseja que todos os leitores e amigos tenham aproveitado para ir à praia para ir tomar banho ou beber uma mini (deve ter-se estado muito bem no Xakra Beach Bar, na praia do Molhe Leste, em Peniche) e que continuem a ter uma excelente quadra festiva.

quinta-feira, dezembro 22, 2011

Ali Farka Touré - Yulli

Prefiro Portugal à Alemanha de Leste

Muro de Berlim em construção (imagem daqui)
Em todos os tempos e em todas as latitudes houve sociedades e civilizações nas quais os seus cidadãos sentiam a necessidade de ir para outro lado.
(Há até quem diga que o problema do Império Romano foi, não de fraqueza militar ou decadência cultural, mas apenas da incapacidade de absorver todos os imigrantes que aí apareceram.)
São os casos, entre muitos outros, de Portugal e da Alemanha de Leste.
 Só que enquanto os responsáveis da Alemanha de Leste tentavam, com muros, soldados e armas, impedir os seus cidadãos de sair do país, em Portugal os responsáveis incentivam e dão pistas sobre para onde podem os cidadãos dar à sola.
Esta é uma atitude inteligente e racional, pois os que vão deixam mais empregos para os que ficam (reduzindo o desemprego e as despesas com os respectivos subsídios), mais a possibilidade de enviarem remessas que vão fortalecer a economia nacional. O governo está, portanto, a trabalhar bem.

quarta-feira, dezembro 21, 2011

Académica, 3 - Desp. Aves, 2

Desta vez, e ao contrário do que aconteceu contra o Penafiel e contra o Leixões, a Briosa fez valer o estatuto e os galões e conseguiu uma vitória indiscutível, embora com boa oposição. Golos de Éder (5m), Berger (37m) e Abdoulaye (75m.)


Ultrapassados Oriental, FCP, Leixões e Aves, aí está a Briosa novamente nas meias-finais da Taça, pelo segundo ano consecutivo! (É bom que o M. conviva com bons resultados; não fosse o rumor, lançado hoje, de que o Éder vai para o clube da mãe a custo zero, e o dia teria sido perfeito.) O sorteio é na próxima quarta-feira, 28 de Dezembro, pelas 12 horas.

segunda-feira, dezembro 19, 2011

Este fim de semana só vi Sporting

No Nacionnal de Futebol da 1ª Liga, a Briosa esteve a vencer erm casa até 10 minutos do fim mas infelizmente deixou-se empatar. Apesar de tudo, sendo o adversário o melhor Sporting dos últimos 5 ou 6 anos, não é um mau resultado. Com as derrotas do Rio Ave e do Marítimo, passámos a estar mais perto da cauda do pelotão da frente (5 pontos) do que da linha de água (6 pontos). Se retomarmos o caminho das vitórias e contarmos com o eventual enfraquecimento de quem vai à frente, ainda podemos ter uma época interessante.

Mas a não perder mesmo é a "final" com o Desp. Aves na próxima 4ªfeira...


Mundo OK
No Nacional de Hóquei em Patins da II Divisão zona sul, a Biblioteca provocou a primeira derrota do Sporting, permitindo ao HC Turquel chegar à liderança. Mesmo tendo o Sporting um jogo a mais, é motivador - e mais que justo para a equipa que tem a melhor defesa e o melhor ataque, com 75 golos contra 51 do 2º, o Sporting.

Por falar nisso, a Biblioteca está em 3º lugar.... e se o HCT e a BIR subissem ambos à 1ª divisão?
(fonte: Mundo Ok, sem dúvida o melhor portal de hóquei em patins nacional)

domingo, dezembro 18, 2011

Argentina, o exemplo

A Argentina é um bom exemplo de como Portugal poderá eventualmente sair da crise - e do que terá de passar antes de recuperar, pela proximidade no tempo (foi apenas há 10 anos) e pelas semelhanças (a indexação do peso ao dólar fazia com que o país tivesse uma espécie de dólar demasiado forte para a sua competitividade.)
O artigo completo (entrevista a Jorge Faurie) está no ionline.

(...)
"Quando é que a Argentina optou pela não ajuda?
Estávamos a receber pacotes de ajuda do Fundo Monetário Internacional, alguns deles já nem chegaram. A questão é que a velocidade das coisas era tal que quando chegava um novo pacote de ajuda as necessidades reais já eram muito superiores. Anunciado que era o pacote, já era preciso mais dinheiro, um pouco como está a acontecer em Portugal. Além da dívida é preciso pagar os juros. Chegou um momento em que entrámos em default e não pagámos, não tínhamos maneira de pagar. E acabou-se. Tivemos o famoso corralito e o corralón [medidas que evitaram o levantamento de depósitos], um momento em que os argentinos não tinham dinheiro efectivo.

Sem dinheiro, como funcionavam?

As regiões [províncias] começaram a emitir a chamada quase-moeda, que era aceite em diversas empresas, sobretudo no ramo alimentar, e gerou-se todo um sistema de pagamentos por via da utilização não de moeda, mas de uma quase-moeda, os chamados “patacones”. Havia como que um rodízio de “patacones” para pagar diversas despesas. Outras províncias geraram as suas próprias formas de pagamento, ou seja, houve várias quase-moedas, que foram sendo resgatadas depois da crise.

E é assim que a economia vai vivendo, num primeiro momento?
Sem ajuda finaceira externa e sem um FEEF [Fundo Europeu de Estabilização Financeira] foi preciso criar outros mecanismos de crédito, de apoio. Num primeiro momento a economia argentina vive desta economia informal. Mas nos últimos tempos já se tinham instalado algumas formas de troca, sobretudo entre pessoas desempregadas, como por exemplo um tomava conta do filho de outro em troca de comida, um mecânico pagava com trabalho ou o pagamento era o direito a tratamento numa clínica dentária. As pessoas inventaram formas de viver sem dinheiro.

Mas também apareceu dinheiro novo, digamos assim...
Sim, além disso aparecem os recursos das poupanças que não estavam no país, não estavam declaradas, nem existiam no sistema bancário nacional. Os argentinos têm uma mentalidade um pouco latina, italiana – porque é uma coisa que sucede muito em Itália, de acordo com os indicadores há um segmento de economia, o mecado negro, que não está nas contas. Todos os recursos dos argentinos que tinham alguma capacidade de poupança estavam no exterior e os montantes eram significativíssimos. Portanto, uma parte da poupança informal foi mantendo a actividade económica.

A desvalorização da moeda deixou os argentinos na miséria, mas repôs competitividade...
Temos duas coincidências: a desvalorização da moeda vem dar mais competitividade aos produtos argentinos, uma camisa que custava cinco dólares no dia seguinte passou a custar um dólar. Rapidamente, muitos produtos que estavam fora do mercado devido à paridade entre o peso e o dólar, e que por isso não eram competitivos, passaram a sê-lo. Ao mesmo tempo, os principais produtos exportadores, commodities e agro-pecuária, começam a ter, devido ao crescimento da China e da Índia, uma procura crescente, que em 2006/07 quintuplica."
(...)

quarta-feira, dezembro 14, 2011

Olhanense, 0 - Académica, 2

Esta é uma temporada para matar borregos. Depois do FCP, é a vez de, pela primeira vez na história, irmos ganhar a Olhão, ao estádio do campeão de Portugal de 1924. Importante em termos estatísitcos.

Golos de Adrien Silva, o primeiro de penalti e o segundo candidato a melhor golo da temporada!
E com isto a Briosa tomou o lugar de líder do segundo pelotão, no 6º lugar.


(Não nos iludamos; com a vitória do Rio Ave, continuamos 5 pontos acima da linha de água, o que significa que estamos mais perto da mesma do que do 5º. 6 derrotas é um fardo pesado de carregar...)

terça-feira, dezembro 13, 2011

103 anos

imagem daqui 
É com uns dias de atraso, mas não faz mal. Como o próprio disse na televisão, à Fátima Campos Ferreira, ele "não tinha pressa" de completar mais um aniversário. Parabéns, Manoel de Oliveira!


(Um dos melhores pormenores da entrevista que deu à FCF foi logo a abrir:

- Como vê a situação do país, em 2011?
- Como é que eu a vejo? À rasca...

O que vale é que não estava lá o José Gil para lhe pregar um sermão.)

terça-feira, dezembro 06, 2011

Leixões, 2 - Académica, 5

imagem já actualizada


Muito sofrimento, sempre muito sofrimento. Valeu o brasileiro Fábio Luís, inspirado pelo anúncio daquela instituição financeira que mostra as histórias de vários futebolistas que resolveram jogos importantes partindo da condição de suplentes, fechando com "a solução está no banco". Luís empatou o jogo próximo do final e abriu o caminho para um prolongamento onde os homens do Mar, ainda comovidos com o salvamento dos 6 pescadores caxinenses, se foram abaixo animicamente e encaixaram 3 golos, num resultado final que não traduz o sofrimento e a garra e qualidade de jogo dos de Matosinhos.
Golos de Adrien (39 e 97 minutos), Fábio Luís (84 e 99 minutos) e Éder a fechar (120 minutos.)

Venha o Desportivo das Aves, para voltarmos às meias-finais depois do ano passado. É já no próximo dia 21 de Dezembro.

Vedas

Mapa da Índia Védica (fonte deste blogue interessantíssimo)

"Denominam-se Vedas os quatro textos em sânscrito que formam a base do extenso sistema de escrituras sagradas do hinduísmo, que representam a mais antiga literatura de qualquer língua indo-europeia. A palavra Veda, em sânscrito, da raiz विद् vid- (reconstruída como sendo derivada do Proto-Indo-Europeu weid-) que significa conhecer, escreve-se वेद veda no alfabeto Devanagari e significa conhecimento.
(...)
Muitos historiadores consideram os Vedas os textos sobreviventes mais antigos. Estima-se que as partes mais novas dos vedas datam a aproximadamente 500 a.C.; o texto mais antigo (Rigveda) encontrado é, atualmente, datado a aproximadamente 1500 a.C., mas a maioria dos indólogos concordam com a possibilidade de que uma longa tradição oral existiu antes que os Vedas fossem escritos." (Wikipedia)