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| imagem OAF |
"Em 1971, José Alberto Costa estreava-se com a camisola da Académica, uma camisola que vestiu durante 159 jogos, até 1978, tendo inclusivamente sido internacional português enquanto jogador dos “estudantes”, numa partida frente à selecção francesa.
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“A Académica foi o período mais marcante da minha vida, quer como cidadão, quer como desportista. Foi um período de emancipação, de afirmação, de independência, de influências, onde construí a minha personalidade... Foi o meu período da juventude, uma época muito marcante. Era importante saber o espírito académico, saber funcionar em conjunto, saber o que é ser leal, amigo, solidário… É uma escola onde reforcei todos os princípios que me foram dados desde o berço. Tudo isso se transforma numa vivência de emoções.”, começa por dizer José Alberto Costa, quando instado a comentar o que significa, afinal, a Académica.
E verdade seja dita. Apesar de todos estes encontros e reencontros, o agora treinador adjunto da Briosa diz que levou a Académica para todo o lado, até porque o sentimento “perdura eternamente”.
“Todos os que passam em Coimbra, e em muito especial pela Académica, nunca a esquecem… Por vezes, a vida faz com que as pessoas se afastem de Coimbra e da Académica mas faz também com que o coração e os sentimentos perdurem eternamente. Por isso, este regresso é gratificante por todas estas razões… É quase como rejuvenescer, sentir orgulho em estar na Académica… Transmitir a experiência a estes jovens e dizer-lhes o que é a cultura da Académica e os valores que ela defende é algo que me preenche.”, revelou (...) (link)

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