Nas mesas re-encontrámos uma figura “de Coimbra”: um brasileiro que havia pernoitado uma vez no quartel da SARIP, durante uma Queima ou Latada, acompanhado de uma técnica de Antropologia da Câmara Municipal de Alcobaça.
Durante o casamento, e como tantas vezes aconteceu em Coimbra a partir de Outubro de 2002, brindámos à saúde do Fernando, presente no casamento,
no fundo, uma ausência presente, tal como em Coimbra.
Pudemos ver o Reinold a dar show com a sua Big Band.
Fizemos o tradicional interlúdio para mudança de roupa, que demorou bem mais de uma hora. Mas ainda voltámos a tempo, por exemplo, do fogo de artifício.
E, a seguir ao fogo, a dança. Primeiro ao som de Rodrigo Leão...
E depois, numa tentativa de valsa.
(...e foi neste momento que as pilhas se recusaram a ir mais além.)
Dizem que a arte da fotografia é conseguir captar momentos irrepetíveis. Se assim, esta fotografia, por mais peso que o acaso ou a sorte tenham tido na sua captura, merece certamente um prémio.
A sério, não houve qualquer pose ou intenção de apanhar este ângulo, foi puro acaso.
No exemplo seguinte, outra foto merecedora do prémio "puro acaso + sorte": nem sequer teve qualquer tratamentos de fotoshop!
Já a lua de mel, pertence a outra história.
E assim terminamos, com as necessárias desculpas pelo inaudito atraso, o report deste casamento.
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