domingo, setembro 30, 2007
quinta-feira, setembro 27, 2007
Este blogue não morreu
1 - Pedro Santana Lopes é um gajo de princípios.
2 - Em História, há provas de um povo nómada de origem germânica que, há 1500 anos, na confusão que fez ruir o Império Romano, atravessou a Europa Ocidental, e se fixou, primeiro no Sul da Península Ibérica, e logo depois no Norte de África. Eram os Vândalos.
Eram tão terríveis que terão dado origem à palavra homónima, na língua portuguesa, que significa desordeiro, bárbaro, arruaceiro, etc.
Deram o nome a uma das regiões por onde passaram, a Andaluzia.
E, como bom povo germânico, espalharam os seus genes por aí. Não nos admiremos, portanto, que surjam crianças louras em Marrocos.

3 - Faz hoje 50 anos que entrou em erupção o vulcão dos Capelinhos, na ilha do Faial.
quinta-feira, setembro 20, 2007
sexta-feira, setembro 14, 2007
Em Férias
Em 1995, Schumacher e Coulthard foram desclassificados do primeiro GP da época por terem usado gasolina ilegal, sendo retirados os pontos a Benetton e Williams, respectivamente. Contudo, estranhamente, os pilotos mantiveram-nos.
Clamor de indignação no paddock. Niki Lauda insurge-se: "não consigo separar o carro do piloto."
E tinha toda a razão. Como se pode separar o carro do piloto? Se ficou provado que a McLaren fez batota, se foi penalizada por isso, se sabemos, e a FIA o admite, que os resultados alcançados por Alonso e Hamilton se deveram à batota, como é possível penalizar a equipa e não penalizar os pilotos?
Mais do que o título de 1994, que para alguns foi conseguido graças ao controlo de tracção e a uma cacetada; mais do que o título de 1990, que foi conseguido graças a uma cacetada admitida por que a deu (em resposta de uma cacetada no ano anterior); o título de 2007, se for ganho por qualquer dos pilotos McLaren, ficará para sempre marcado por injusto. A FIA admitiu que houve batota, e a batota marcará este título para sempre.
Resta esperar que, de acordo com o ditame da FIA que manda que os McLaren sejam despojados de todas as inovações copiadas da Ferrari, os mesmos voltem ao nível a que estavam no GP da Austrália, quando terminaram a quase meio minuto do vencedor Raikkonen. Só assim, e contando com uma eventual ajuda dos BMW, Kimi e Felipe poderão disputar aquilo de que foram roubados - como a FIA o admitiu.
Mais uma da minha irmã
Se pedirmos à minha irmã para "fazer um scolari", ela puxa o braço atrás, fecha o punho e estica-o todo como se fosse esmurrar a cara de alguém, ao mesmo tempo que emite um som a fazer lembrar os tenistas no serviço. E depois ri-se.
Mais a sério, reservo para mais tarde uma reflexão apurada sobre o assunto. Eu gosto de pensar antes de fazer, já o meu pai o dizia. Se calhar é por isso que não jogo futebol.
quinta-feira, setembro 13, 2007
Comentador de Serviço
terça-feira, setembro 11, 2007
O Rebanho
segunda-feira, setembro 10, 2007
F1 - passo de gigante para o título
(Isto é válido se a McLaren vier efectivamente a ser desclassificada do campeonato de 2007, por batota. Caso contrário, o que tivemos ontem foi quase o abandono definitivo de ambos os pilotos da Ferrari da luta pelo título - e ainda por mais uma afirmação de Hamilton na Fórmula 1, efectuando uma ultrapassagem destemida e eficaz sobre Raikkonen depois de ser batido por este na estratégia de boxes. Note-se, contudo, que Alonso continua a parecer superior a Hamilton em luta directa.)
sexta-feira, setembro 07, 2007
quarta-feira, setembro 05, 2007
No Reino Unido, estes vídeos desencadeiam investigações policiais
Lembram-se daquele motard que dava a volta a Coimbra em 7 minutos? Pois bem, do mesmo Youtube user que fez o upload desse vídeo (e que afirma não ser o próprio), mais uma cena marada!
José Cid em Amor, Leiria - 19 agosto 2007
Há outro músico que cante um rap...
e um fado logo a seguir!
Em Amor, Cid esteve no seu melhor. Interpretou quase todos os grandes sucessos. Interpretou músicas menos conhecidas. Lançou larachas para animar a malta; nomeadamente, referindo-se ao cheiro a merda que empestava o palco, embora sem intenção de denegrir a organização. O público era muito numeroso. Contra o que seria de esperar, a juventude presente fazia muito mais ruído do que as pessoas da faixa etária de Cid; por outro lado, é à juventude que compete aplaudir, especialmente num país onde as pessoas assistem a qualquer espectáculo como se estivessem a ver um fadista. É verdade que Cid cantou um fado, mas os seus sucessos mereciam outra adesão por parte do público mais velho. Para animar, Cid volta à carga; desfia as suas histórias da Eurovisão (onde alcançou a melhor classificação até à Lúcia Moniz). Mete-se com o Mike Sargeant, o “escocês mais escocês de Portugal” (??) que o acompanha há quase 40 anos, e, pelo meio, faz publicidade à Macieira. Cid exorta às qualidades da Macieira, saca da garrafa, bebe um gole, o público aplaude; várias meninas distribuem copitos de Macieira pelo público. O showbiz no seu melhor.
Referi aos meus camaradas que Cid não cantaria a música do macaco e da banana. Na verdade, enganei-me. Nesta entrevista, cuja leitura recomendo vivamente Cid afirma que "Devo ter para aí umas 500 canções. Fiz 100 que são muito boas ao nível do que de melhor se fez na música portuguesa, fiz 390 porreirinhas e depois fiz dez músicas de merda que todas as pessoas andam atrás delas..." A que não canta mesmo é “Amar como Jesus Amou.” Mas abre a porta para o Macaco. Não sei se cantará o macaco para todos os públicos… mas a canção mais gira e bacana não faltou em Amor.
Nessa entrevista, Cid explica também que esta celebérrima música...
não é para tomar à letra, mas sim que deve ser tomada no devido contexto, e que se trata de ironia...
(há pouco falei que Cid dá lucro a todas as festas da paróquia. Note-se que a organização das festas de Amor também não deixou nada ao acaso, no afã de garantir retorno aos patrocinadores...)
Foi assim em Amor. E até ao próximo espectáculo!
Entre Leiria e Alcobaça
Faz todo o sentido rever o Resgate do Soldado Ryan (ou ver pela primeira vez) poucos dias depois de ocorrer um caso semelhante na vida real.
Mas o que o filme nos deixa mesmo a pensar é na importância que tem sabermos que, em tempo de guerra, estamos a dar a vida por algo que vale a pena ou que tem sentido.
Quem diz em tempo de guerra, diz em tempo de paz.
E agora, Reagan.
segunda-feira, setembro 03, 2007
Um post quase mesmo só para mim
já que estamos numa de F1, ficamos com um vídeo muito curioso. É sabido o meu ponto de vista sobre o sport: os pilotos do meio do pelotão podem oferecer um espectáculo tão interessante como os da ponta. Aqui temos Jean Alesi e Mika Hakkinen, sem qualquer dúvida ambos com lugar marcado nos 10 Melhores dos anos 90, conduzindo carros do meio do pelotão (na season em questão, 1992) e a dar uma grande espectáculo de automobilismo, com pneus slick, numa tarde muito chuvosa.
Apesar do esforço, Alesi abandonaria por falha mecânica. Hakkinen terminou em 4º.
