VIDA EM "BANDA LARGA"
Falar de globalização nos dias de hoje é, em muito casos, falar de um “papão” alegadamente responsável por todos os males de que padece o Mundo.
Recentemente li a obra O Mundo é Plano de Thomas Friedman. Esta obra tem a virtude de encarar a globalização como algo positivo e dá o mote para uma pequena reflexão.
Este livro mostra-nos as melhorias que a evolução do Mundo nos proporcionou.
Todos conhecem os clichés da Aldeia Global, do Mundo Globalizado, do Espaço Europeu, de Espaço Comum ou de Cidadão do Mundo. Estes conceitos e a sua definição fazem parte da identidade mundial e da identidade e vivência de cada indivíduo.
As barreiras comunicacionais de outros tempos estão completamente destruídas. É possível falar com indivíduos do outro lado do Mundo, com culturas e hábitos completamente distintos em tempo real sentado ao computador.
A visão negativa que muitos têm da Globalização faz com que algumas comunidades vivam encarceradas dentro de quatro paredes imaginárias, agarradas a dogmas e a princípios que não passam de uma corrente ortodoxa bacoca e desenquadrada.
As melhorias que a globalização nos trouxe são, sem margem para dúvida, muito positivas para todos nós. O indivíduo, enquanto principal destinatário da acção política tem hoje mais valias proporcionadas por um Espaço Comum equilibrado.
É por isso que devemos contribuir para a construção de um modelo assente nas mais valias que um Mundo Global apresenta, dotando a sociedade em que estamos inseridos e as faixas etárias que vão assegurar o futuro das ferramentas necessárias para encarar estes novos.
Este objectivo deve começar a ser materializado logo no início dos anos escolares.
Ensinar conceitos como Sociedade do Conhecimento, Empreendorismo, tecnologias de informação, línguas estrangeiras ou potenciar o contacto dos alunos com questões práticas aproximadas da realidade devem ser parte integrante dos planos curriculares desde o início da actividade escolar.
Caminhamos, portanto, para uma vivência em “Banda Larga” onde todos devemos ter a capacidade de analisar e interpretar diferentes temáticas sem estar agarrados a métodos ortodoxos, sistemáticos e rotineiros. A perspectiva de uma vida a fazer a mesma coisa desde o inicio da actividade até à reforma cada vez é menos evidente.
Qualificando e educando para uma cidadania internacional, sem perder as especificidades da cidadania nacional de cada um, as nossas crianças e os nossos jovens devem ter a possibilidade de utilizar métodos e meios que lhes permitam um enriquecimento da vida e sejam um pólo potenciador de novas perspectivas e novas posturas perante a vida e perante o Mundo.
Todos os órgãos de soberania, independentemente das suas competências directas, devem criar mecanismos para essa Vida em “Banda Larga”.
Recentemente li a obra O Mundo é Plano de Thomas Friedman. Esta obra tem a virtude de encarar a globalização como algo positivo e dá o mote para uma pequena reflexão.
Este livro mostra-nos as melhorias que a evolução do Mundo nos proporcionou.
Todos conhecem os clichés da Aldeia Global, do Mundo Globalizado, do Espaço Europeu, de Espaço Comum ou de Cidadão do Mundo. Estes conceitos e a sua definição fazem parte da identidade mundial e da identidade e vivência de cada indivíduo.
As barreiras comunicacionais de outros tempos estão completamente destruídas. É possível falar com indivíduos do outro lado do Mundo, com culturas e hábitos completamente distintos em tempo real sentado ao computador.
A visão negativa que muitos têm da Globalização faz com que algumas comunidades vivam encarceradas dentro de quatro paredes imaginárias, agarradas a dogmas e a princípios que não passam de uma corrente ortodoxa bacoca e desenquadrada.
As melhorias que a globalização nos trouxe são, sem margem para dúvida, muito positivas para todos nós. O indivíduo, enquanto principal destinatário da acção política tem hoje mais valias proporcionadas por um Espaço Comum equilibrado.
É por isso que devemos contribuir para a construção de um modelo assente nas mais valias que um Mundo Global apresenta, dotando a sociedade em que estamos inseridos e as faixas etárias que vão assegurar o futuro das ferramentas necessárias para encarar estes novos.
Este objectivo deve começar a ser materializado logo no início dos anos escolares.
Ensinar conceitos como Sociedade do Conhecimento, Empreendorismo, tecnologias de informação, línguas estrangeiras ou potenciar o contacto dos alunos com questões práticas aproximadas da realidade devem ser parte integrante dos planos curriculares desde o início da actividade escolar.
Caminhamos, portanto, para uma vivência em “Banda Larga” onde todos devemos ter a capacidade de analisar e interpretar diferentes temáticas sem estar agarrados a métodos ortodoxos, sistemáticos e rotineiros. A perspectiva de uma vida a fazer a mesma coisa desde o inicio da actividade até à reforma cada vez é menos evidente.
Qualificando e educando para uma cidadania internacional, sem perder as especificidades da cidadania nacional de cada um, as nossas crianças e os nossos jovens devem ter a possibilidade de utilizar métodos e meios que lhes permitam um enriquecimento da vida e sejam um pólo potenciador de novas perspectivas e novas posturas perante a vida e perante o Mundo.
Todos os órgãos de soberania, independentemente das suas competências directas, devem criar mecanismos para essa Vida em “Banda Larga”.
2 comentários:
o ps vendeu-se à direita! abaixo a globalização!
Não li o livro, mas parece interessante. trata a globalização do ponto de vista dos países já desenvolvidos, portanto?
(E neles incluo os milhões de pessoas que a globalização tirou da pobreza, nomeadamente na Índia e na China?)
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