Aos clientes da Caixa Geral de Depósitos, cuidado!!!
Hoje recebi este mail fantástico:
(logotipo da Caixa Geral de Depósitos)
Cliente respeitado!
Devido a situação que nós temos em nosso país em torno a Online-Banking, nós fazemos exame de medidas para rever todas as contas-online a fim de descobrir as contas de "um dia", utilizadas para "lavagem" do dinheiro roubado. Nós pedimos a todos os clientes encher o formulário da confirmação dos dados da conta.
Atenção! As contas que não passarão a revisão a 30.08.06, serão restritas à explanação a fim de seu abertura e uso. A revisão atual é requerida para os clientes particulares e para as empresas.
FICHA para os clientes particulares: https://caixadirecta.cgd.pt/CaixaDirecta/loginStart.php
FICHA para os clientes incorporados: https://caixaebanking.cgd.pt/servlet/icbApp/
Nós pedimos-lhe desculpas por aquelas medidas. Nós agradecemos para Sua compreensão e esperamos continuar a colaboração com Você.
Atentamente,
Banco, Caixa Geral de Depόsitos
Departamento de Segurança
ESTA LETRA EMITE AUTOMÁTICAMENTE E NÃO REQUER A RESPOSTA.
1995-2006 CAIXA GERAL DE DEPÓsitos, S.A. Todos os direitos reservados
Ou seja,
CUIDADO! Não respondam a esta evidente manobra de "fishing" e avisem todos os vossos amigos e conhecidos que o Banco do Estado foi atacado pela pirataria informática, que usa o modem em vez da espada e o Pentium em vez da nau!
segunda-feira, julho 31, 2006
domingo, julho 30, 2006
Sobre a democracia pura
No blogue Blasfémias ocorreu uma continuação do velho debate saripiano sobre a natureza da democracia e a possível existência de democracias puras.
João Miranda aponta como possíveis exemplos de demcracias puras os países nórdicos (Suécia, Noruega, FInlândia) e, num lance provocatório para o seu interlocutor de esquerda Vital Moreira, a Venezuela e a Bolívia.
(Post aqui)
No blogue Blasfémias ocorreu uma continuação do velho debate saripiano sobre a natureza da democracia e a possível existência de democracias puras.
João Miranda aponta como possíveis exemplos de demcracias puras os países nórdicos (Suécia, Noruega, FInlândia) e, num lance provocatório para o seu interlocutor de esquerda Vital Moreira, a Venezuela e a Bolívia.
(Post aqui)
sexta-feira, julho 28, 2006
28-07-1996
28-07-2006
A mentalidade corrente, no que toca aos rumos de vida a seguir pelos jovens, (especialmente pelos licenciados em cursos de poucas saídas profissionais) é bem conhecida:
- não te acomodes! Não te resignes!
- acredita no futuro!
- deixa o que tens e luta sempre pelos teus sonhos e por algo melhor!
- nunca tenhas medo das dificuldades!
Etc.
Acho que eu e a minha mãe não temos lições a receber de ninguém.
28-07-2006
A mentalidade corrente, no que toca aos rumos de vida a seguir pelos jovens, (especialmente pelos licenciados em cursos de poucas saídas profissionais) é bem conhecida:
- não te acomodes! Não te resignes!
- acredita no futuro!
- deixa o que tens e luta sempre pelos teus sonhos e por algo melhor!
- nunca tenhas medo das dificuldades!
Etc.
Acho que eu e a minha mãe não temos lições a receber de ninguém.
Ismael e Daniel raptados pelo Esbola!
Esta foto, foi tirada no dia me que fomos a uma cidade portuguesa que é controlada pelo Esbola (Nazaré). Como se pode ver bem, o Mhoammed Al-Xarlês não está com cara de grandes amigos, aproveitamos este momento para enviar uma mensagem de socorro para a GNR local. Enquanto eu fazia figura de 50 cent branco o Ismael enviada uma das suas mensagens super-rapidas para alertar as autoridades locais de que tinhamos sido raptados pela facção tuga do Esbola.
No final do dia, tudo ficou bem, nós regressamos para os nossos lares, e o mauzão da organização terrorista foi para a prisão de Caxias (Guantanamo Tuga)... e como tenho de ir pro trabalho agora não escrevo mais porcaria neste post. Hoje sou gajo para ter uma falha de caixa porque ando com a cabeça no ar.
Esta foto, foi tirada no dia me que fomos a uma cidade portuguesa que é controlada pelo Esbola (Nazaré). Como se pode ver bem, o Mhoammed Al-Xarlês não está com cara de grandes amigos, aproveitamos este momento para enviar uma mensagem de socorro para a GNR local. Enquanto eu fazia figura de 50 cent branco o Ismael enviada uma das suas mensagens super-rapidas para alertar as autoridades locais de que tinhamos sido raptados pela facção tuga do Esbola.
No final do dia, tudo ficou bem, nós regressamos para os nossos lares, e o mauzão da organização terrorista foi para a prisão de Caxias (Guantanamo Tuga)... e como tenho de ir pro trabalho agora não escrevo mais porcaria neste post. Hoje sou gajo para ter uma falha de caixa porque ando com a cabeça no ar.
quinta-feira, julho 27, 2006
Qual Michael Jackson Qual QuÊ!?!?... Estes Tipos é que são bons!!!
Vejam só os New Kids on The Block a dançar neste video clip, isto é que é dançar. Faz-me lembrar um noite em que sai com a SARIP até ao velhinho clube de Ragby e 3 meninas fizeram uma sandwich com o meu corpo, isto tudo porque eu tava a dançar assim. Bons tempos, naquela noite ainda me calhou qualquer coisita... Aquilo é que era, agora já nem consigo fazer a "moon walk", os pés pesam demais! Fica então para todos este fabuloso clip dos anos 80, quando o Fernando era um adolescente...
Vejam só os New Kids on The Block a dançar neste video clip, isto é que é dançar. Faz-me lembrar um noite em que sai com a SARIP até ao velhinho clube de Ragby e 3 meninas fizeram uma sandwich com o meu corpo, isto tudo porque eu tava a dançar assim. Bons tempos, naquela noite ainda me calhou qualquer coisita... Aquilo é que era, agora já nem consigo fazer a "moon walk", os pés pesam demais! Fica então para todos este fabuloso clip dos anos 80, quando o Fernando era um adolescente...
terça-feira, julho 25, 2006
Um pequeno tributo a um dos meu sidolos de infância... Roberto Baggio
domingo, julho 23, 2006
Como se sabe, este blogue tem sido, não o único, mas um meio privilegiado de comunicação para mim, isto é, das minhas comunicações para o mundo em geral, em especial para o mundo que me conhece e acede regularmente à internet.
O meu silêncio dos últimos dias deveu-se ao falecimento do meu avô na passada quarta-feira e a todos os factos e circunstâncias daí decorrentes.
Como sempre, o facto despoletou uma série de pensamentos filosóficos que a vida do dia-a-dia dispensa, mas, como eu até sou um gajo que costuma perder tempo a pensar em "porcarias" e "coisas que não interessam a ninguém", (sinal dos tempos: vivemos um tempo em que se procura esconder a morte o mais possível. Passámos do "live fast and die young" ao "live fast and get the fuck out of our sight"), não acordei para um mundo novo, nem tive de rever todo o meu pensamento sobre o mundo em que vivo. É a vantagem das pessoas que pensam um bocadinho sobre as que apenas comem, bebem, dormem, cagam e mijam, que se arriscam a ter o seu entendimento virado do avesso. Em todo o caso, vou dar uma de holandês e guardar para mim as poucas conclusões que tirei, pelo menos por enquanto, até porque nem têm assim muito interesse.
Tirando, talvez, aquela de que é melhor fazer algo pelas pessoas que gostamos enquanto são vivas (e especialmente aos mais velhos - felizmente fizemos o que pudemos), mas isto é óbvio e não está muito distante daquele célebre pensamento de Lili Caneças.
Entretanto o mundo girou: Portugal perdeu com a Espanha, o Médio Oriente explodiu, houve bombas na India que passaram despercebidas na Europa, e o filósofo Gilberto Coelho deu uma notável entrevista para este blogue, e aproveito desde já para lhe responder, a ele e a todos os outros, algo na linha do que tenho pensado: embora às vezes pareça, a vida não acaba aqui nem hoje.
E porque o mundo continua a girar e nós a fazer parte dele, deixo uma música desse grande álbum dos Arcade Fire, chamado Funeral, que "não é sobre um fim, mas talvez sobre uma passagem. Sobre a transmutação, se quiserem. A mudança. As cinzas queimadas que recolhemos para reconstruir o que muitos poderiam achar perdido para sempre." (...) Musicalmente a enlevar-nos, elevar-nos e nunca sem prescindir de um passo em frente da nossa parte, “Funeral” é uma das mais apaixonadas, sinceras e mágicas declarações musicais jamais escritas, onde tudo se resume, afinal, a dizer “estou aqui, pois bem, deixem-me aproveitar enquanto dura; isso é que importa”.
E só não ponho o sketch do fut-vólei porque o meu avô não via o Gato Fedorento. Isso ponham-me depois a mim.
O meu silêncio dos últimos dias deveu-se ao falecimento do meu avô na passada quarta-feira e a todos os factos e circunstâncias daí decorrentes.
Como sempre, o facto despoletou uma série de pensamentos filosóficos que a vida do dia-a-dia dispensa, mas, como eu até sou um gajo que costuma perder tempo a pensar em "porcarias" e "coisas que não interessam a ninguém", (sinal dos tempos: vivemos um tempo em que se procura esconder a morte o mais possível. Passámos do "live fast and die young" ao "live fast and get the fuck out of our sight"), não acordei para um mundo novo, nem tive de rever todo o meu pensamento sobre o mundo em que vivo. É a vantagem das pessoas que pensam um bocadinho sobre as que apenas comem, bebem, dormem, cagam e mijam, que se arriscam a ter o seu entendimento virado do avesso. Em todo o caso, vou dar uma de holandês e guardar para mim as poucas conclusões que tirei, pelo menos por enquanto, até porque nem têm assim muito interesse.
Tirando, talvez, aquela de que é melhor fazer algo pelas pessoas que gostamos enquanto são vivas (e especialmente aos mais velhos - felizmente fizemos o que pudemos), mas isto é óbvio e não está muito distante daquele célebre pensamento de Lili Caneças.
Entretanto o mundo girou: Portugal perdeu com a Espanha, o Médio Oriente explodiu, houve bombas na India que passaram despercebidas na Europa, e o filósofo Gilberto Coelho deu uma notável entrevista para este blogue, e aproveito desde já para lhe responder, a ele e a todos os outros, algo na linha do que tenho pensado: embora às vezes pareça, a vida não acaba aqui nem hoje.
E porque o mundo continua a girar e nós a fazer parte dele, deixo uma música desse grande álbum dos Arcade Fire, chamado Funeral, que "não é sobre um fim, mas talvez sobre uma passagem. Sobre a transmutação, se quiserem. A mudança. As cinzas queimadas que recolhemos para reconstruir o que muitos poderiam achar perdido para sempre." (...) Musicalmente a enlevar-nos, elevar-nos e nunca sem prescindir de um passo em frente da nossa parte, “Funeral” é uma das mais apaixonadas, sinceras e mágicas declarações musicais jamais escritas, onde tudo se resume, afinal, a dizer “estou aqui, pois bem, deixem-me aproveitar enquanto dura; isso é que importa”.
E só não ponho o sketch do fut-vólei porque o meu avô não via o Gato Fedorento. Isso ponham-me depois a mim.
Grande reportagem a Gilberto Coelho, um exclusivo SARIP.
terça-feira, julho 18, 2006
Portugal no seu Melhor! / Nós Por Cá...
Este é o mosteiro de Santa Maria de Salzedas, no Norte de Portugal. Construído no século XVIII.
Não acham aqui nada de estranho?...

Para poderem perceber melhor, comparem com duas outras abadias construídas no século XVIII. Tendenciosamente, escolho duas da minha região: Alcobaça (a abadia é do século XII, só a fachada é do século XVIII) e Milagres, Leiria, aldeia de nascimento da Ana.
Alcobaça
Milagres, Leiria

Pois é... em Salzedas faltam as torres dos sinos...
Será que se esqueceram?...
Não. Simplesmente, o período de riqueza fácil que Portugal atravessou no século XVIII, com o ouro do Brasil, terminou rápido... e como não criámos indústrias, o ouro gastou-se e voltámos à miséria. Os projectos que não se concluíram, ficaram para mais tarde...
Ou, neste caso, para nunca...
Os Anjos da Guarda (Nacional Republicana)
Se os autores acharem mal, eu tiro...
Este é o mosteiro de Santa Maria de Salzedas, no Norte de Portugal. Construído no século XVIII.
Não acham aqui nada de estranho?...

Para poderem perceber melhor, comparem com duas outras abadias construídas no século XVIII. Tendenciosamente, escolho duas da minha região: Alcobaça (a abadia é do século XII, só a fachada é do século XVIII) e Milagres, Leiria, aldeia de nascimento da Ana.
Alcobaça
Milagres, Leiria
Pois é... em Salzedas faltam as torres dos sinos...
Será que se esqueceram?...
Não. Simplesmente, o período de riqueza fácil que Portugal atravessou no século XVIII, com o ouro do Brasil, terminou rápido... e como não criámos indústrias, o ouro gastou-se e voltámos à miséria. Os projectos que não se concluíram, ficaram para mais tarde...
Ou, neste caso, para nunca...

Os Anjos da Guarda (Nacional Republicana)
Se os autores acharem mal, eu tiro...
segunda-feira, julho 17, 2006
Está aí o Europeu!!

Começou hoje o Campeonato da Europa de Hóquei em Patins, disputado em Monza, Itália, onde os nossos 10 heróis irão dar o seu melhor para representar condignamente as cores nacionais, procurando chegar e vencer a final que se realiza no próximo Sábado. O primeiro jogo terminou com a vitória de Portugal sobre Andorra por 3-0.
(foto apagada de Pedro Alves, antiga glória do hóquei nacional)
Senti fortes ganas de pegar no carro e sair pelas ruas a buzinar, já que qualquer vitória em fase de grupos dá direito a buzinadela e festa geral, mas por outro lado se calhar é melhor aguardar por uma fase mais adiantada da competição. Aqui ficam, para já, os grupos e os nomes dos nossos grandiosos heróis.
Grupo A
Espanha, Inglaterra, França
Espanha vs Inglaterra 16.00 h 17 Julho (TVE) (8-0)
Inglaterra vs França 16.00 h 18 Julho
França vs Espanha 16.00 h 19 Julho (TVE)
Grupo B
Itália, Alemanha, Áustria
Itália vs Alemanha 18.00 h 17 Julho (RAI) (7-1)
Áustria vs Alemanha 18.00 h 18 Julho
Itália vs Áustria 18.00 h 19 Julho (RAI)
Grupo C e seu Calendário
Portugal, Suíça, Andorra
Portugal vs Andorra 20.30 h 17 Julho (RTP)
Portugal vs Suiça 20.30 h 18 Julho (RTP)
Suiça vs Andorra 20.30 h 19 Julho (TVE)
A Selecção
Guarda-redes:
Carlos Silva (Benfica)
João Pereira (Óquei Barcelos)
Defesas/médios:
Valter Neves (Benfica)
Sérgio Silva (Follonica, Itália)
Tiago Rafael (Óquei de Barcelos, nascido e criado na Academia do Hóquei Clube de Turquel)
Pedro Moreira (FC Porto)
Avançados:
Victor Hugo (Benfica)
Reinaldo Ventura (FC Porto)
Ricardo Barreiros (Benfica)
Jorge Silva (FC Porto)
O Indivíduo Que É Javardola Menos Quando Fala Francês
Nota: Não foi solicitado previamente aos autores a publicação deste trabalho neste blog, etc e tal...

Começou hoje o Campeonato da Europa de Hóquei em Patins, disputado em Monza, Itália, onde os nossos 10 heróis irão dar o seu melhor para representar condignamente as cores nacionais, procurando chegar e vencer a final que se realiza no próximo Sábado. O primeiro jogo terminou com a vitória de Portugal sobre Andorra por 3-0.
(foto apagada de Pedro Alves, antiga glória do hóquei nacional)
Senti fortes ganas de pegar no carro e sair pelas ruas a buzinar, já que qualquer vitória em fase de grupos dá direito a buzinadela e festa geral, mas por outro lado se calhar é melhor aguardar por uma fase mais adiantada da competição. Aqui ficam, para já, os grupos e os nomes dos nossos grandiosos heróis.
Grupo A
Espanha, Inglaterra, França
Espanha vs Inglaterra 16.00 h 17 Julho (TVE) (8-0)
Inglaterra vs França 16.00 h 18 Julho
França vs Espanha 16.00 h 19 Julho (TVE)
Grupo B
Itália, Alemanha, Áustria
Itália vs Alemanha 18.00 h 17 Julho (RAI) (7-1)
Áustria vs Alemanha 18.00 h 18 Julho
Itália vs Áustria 18.00 h 19 Julho (RAI)
Grupo C e seu Calendário
Portugal, Suíça, Andorra
Portugal vs Andorra 20.30 h 17 Julho (RTP)
Portugal vs Suiça 20.30 h 18 Julho (RTP)
Suiça vs Andorra 20.30 h 19 Julho (TVE)
A Selecção
Guarda-redes:
Carlos Silva (Benfica)
João Pereira (Óquei Barcelos)
Defesas/médios:
Valter Neves (Benfica)
Sérgio Silva (Follonica, Itália)
Tiago Rafael (Óquei de Barcelos, nascido e criado na Academia do Hóquei Clube de Turquel)
Pedro Moreira (FC Porto)
Avançados:
Victor Hugo (Benfica)
Reinaldo Ventura (FC Porto)
Ricardo Barreiros (Benfica)
Jorge Silva (FC Porto)
O Indivíduo Que É Javardola Menos Quando Fala Francês
Nota: Não foi solicitado previamente aos autores a publicação deste trabalho neste blog, etc e tal...
domingo, julho 16, 2006
Tsunami de informáticos
Nota: Não foi solicitado previamente aos autores a publicação deste trabalho neste blog. Não há da nossa parte qualquer intenção de usurpação do seu trabalho. Pelo contrário, queremos apenas demonstrar o apreço pelo mesmo. No entanto, caso os mesmos não pretendam ver o seu trabalho difundido desta forma, agradecemos que nos contactem que, de imediato, será retirado do blog.
Nota: Não foi solicitado previamente aos autores a publicação deste trabalho neste blog. Não há da nossa parte qualquer intenção de usurpação do seu trabalho. Pelo contrário, queremos apenas demonstrar o apreço pelo mesmo. No entanto, caso os mesmos não pretendam ver o seu trabalho difundido desta forma, agradecemos que nos contactem que, de imediato, será retirado do blog.
quinta-feira, julho 13, 2006
O espírito Zoolander
I'm Too sexy, dos Right Said Fred, foi uma música muitas vezes incompreendida, e também parodiada, mas mais não é, afinal, que o mesmo espírito do filme de culto da SARIP - what do you think about male models?
Curiosidades
O Gato Fedorento, agora que terminou a quarta série, espantou-se de ter o seu blogue ainda a funcionar e resolveu reactivá-lo. Da visita ao site da Ana Malhoa chegamos a esta pérola filosófica:
"Eis as três características exclusivas da humanidade: a consciência da morte, a capacidade de rir, e o cu."
Mais um para as visitas regulares.
Também a ler esta dupla evocação saripiana;
E ainda isto, provando que há mais pessoas, como eu, que acham que há demasiados opinion-makers a dizer mal da paixão pelo futebol, que a crítica à alienação futebolística é tão intensa que acaba por se tornar patética e, mais grave ainda, revela que muitos dos nossos intelectuais, esquerda ou direita, continuam tão fechadinhos na mentalidade portuguesa como no tempo de Salazar. Porque é o MUNDO inteiro que pára para ver o Mundial (com a possível excepção dos States e do Middle East), mas eles acham que só em Portugal é que isso acontece. (não sei o que é a farmácia de Homais, mas dá para perceber o texto sem saber isso.)
I'm Too sexy, dos Right Said Fred, foi uma música muitas vezes incompreendida, e também parodiada, mas mais não é, afinal, que o mesmo espírito do filme de culto da SARIP - what do you think about male models?
Curiosidades
O Gato Fedorento, agora que terminou a quarta série, espantou-se de ter o seu blogue ainda a funcionar e resolveu reactivá-lo. Da visita ao site da Ana Malhoa chegamos a esta pérola filosófica:
"Eis as três características exclusivas da humanidade: a consciência da morte, a capacidade de rir, e o cu."
Mais um para as visitas regulares.
Também a ler esta dupla evocação saripiana;
E ainda isto, provando que há mais pessoas, como eu, que acham que há demasiados opinion-makers a dizer mal da paixão pelo futebol, que a crítica à alienação futebolística é tão intensa que acaba por se tornar patética e, mais grave ainda, revela que muitos dos nossos intelectuais, esquerda ou direita, continuam tão fechadinhos na mentalidade portuguesa como no tempo de Salazar. Porque é o MUNDO inteiro que pára para ver o Mundial (com a possível excepção dos States e do Middle East), mas eles acham que só em Portugal é que isso acontece. (não sei o que é a farmácia de Homais, mas dá para perceber o texto sem saber isso.)
quarta-feira, julho 12, 2006
Fórmula 1
(post só sobre Fórmula 1, quem não quiser pode ir para este que está na moda)
Juan Pablo Montoya - A desilusão da década

O colombiano J.P.Montoya já anunciou a sua saída imediata da McLaren, rumo à NASCAR, nos States.
Recordo o Anuário de F1 de 2001, que perguntava se Montoya seria o novato do ano ou o piloto da década. A resposta está agora dada - na verdade, uma grande desilusão.
Montoya correu durante 5 temporadas e meia. Em 95 GPs, obteve 13 poles, 12 voltas mais rápidas e 7 vitórias. Foi candidato ao título em 2003 (estava a 1 ponto do 1º a 3 corridas do final.) O que correu mal? Porquê a saída?
- Montoya é uma grande desilusão porque era uma forte aposta para Campeão, senão mesmo para sucessor de Schumacher. O colombiano, vencedor do Champ Car e das 500 Milhas de Indianápolis (curiosamente o seu último GP), chegou à Williams em 2001 e à terceira corrida ultrapassou Schumacher de forma impressionante e só não venceu por ter sido abalroado por Verstappen. Ao longo do ano, e embora "só" tenha vencido um GP, deixou o mais experiente Ralf Schumacher na sombra, espalhando magia pelas pistas. E foi tudo isto que deixou a sua cotação muito alta.
Em 2002, voltou a ser o piloto mais forte da Williams, terminando em 3º no campeonato atrás dos Ferrari, tão bem cotado como Raikkonen.
E em 2003, com a descida de forma da Ferrari, cotou-se como candidato ao título, embora tenha fraquejado na parte final e decisiva. Mas ninguém duvidava que seria um top driver ao longo de toda a década.
A partir daí, raras vezes Montoya esteve ao seu nível. Em 2004 sofreu uma desmotivação tripla: primeiro, a renovada superioridade da Ferrari (retrocesso a 2002); depois, o afastamento por doença de Ralf, deixando o segundo Williams sem adversário à sua altura (a troca de Ralf por Gené foi um exemplo clássico de que, diga-se o que se disser, o piloto conta muito.); e por último, o contrato com a McLaren para 2005, que o deixou sem estímulo. As corridas finais de Montoya pela Williams foram mesmo más - com excepção daquela em que teve hipóteses de vencer, e que aproveitou (Brasil.)
Para 2005, era anunciado (e eu concordava...) que Montoya e Raikkonen era a dupla mais forte da F1 desde Prost-Senna.
Mas as coisas não correram como em 1988. Montoya adaptou-se mal ao carro; esteve duas corridas de fora por lesão a jogar ténis (diz-se que foi acidente de scooter); e, no regresso, demorou ainda mais a adaptar-se. Só na parte final de 2005 mostrou algum andamento face ao finlandês, o que se traduziu em 3 vitórias, mas ficou a sensação de uma temporada perdida. Com 2004, já eram duas seguidas.
E este ano voltámos a ter Montoya vários furos abaixo de Raikkonen, e (tal como em 2004) desmotivado pela perda de performance da equipa em relação ao ano anterior. A meio da temporada, quando as negociações para 2007 estão numa embrulhada confusa e inédita devido ao anúncio antecipado da ida de Alonso para a McLaren (e com a indecisão de Schumacher), Montoya rapidamente percebeu que não teria uma hipótese competitiva para 2007 (já se falava na Red Bull) e, bem ao seu estilo, bateu com a porta. (As duas borradas de Canadá e Estados Unidos não terão ajudado.)
- Caso inédito na Fórmula 1: nunca um piloto tão bem cotado - ou, diria, com tanto talento
- se despediu desta forma. Temos pilotos que envelhecem (Alesi, Berger); pilotos que não têm o talento suficiente (Pantano, e outros pagantes); ou simplesmente a oportunidade não surgiu (são às carradas, tipo Davidson, Firman, J. Wilson, T. Glock, S. Sarrazin,); pilotos que prolongam carreiras longas por equipas menos competitivas (estou a lembrar-me de J. Herbert que correu 10 anos no pelotão intermédio, mas sem nunca conduzir um carro mesmo mau); pilotos que se fartam (como Hakkinen) ou até pilotos que se retiram demasiado tarde, querendo prolongar o impossível, como fez o Eusébio (casos de Mansell e Hill). Mas nunca um dos chamados top drivers desistiu da F1 por desmotivação, ou pelo menos tão novo - e a meio da season.
É claro que a saída de Montoya se deve em grande parte ao seu demérito, somado ao facto de ter más perspectivas para 2007. Mas outros pilotos passaram por situações idênticas (caso de Piquet na Lotus) e não desistiram. Será que a NASCAR pode ser uma alternativa interessante, em termos de competição à Fórmula 1?
Coloco esta hipótese porque, para além da vontade da equipa de o pôr a andar, é estranha a desmotivação que o piloto mostrou desde que percebeu que não poderia ser campeão. Porque não continuar a lutar?
Talvez isso se deva atribuir apenas à personalidade particular do colombiano. Muito latino, aliás, muito "my hips don't lie" e "whenever, wherever" como a sua compatriota. Talentoso, determinado e bravo em pista, (até demais, dada a quantidade de vezes que bateu em colegas de equipa
) mas com pouca vontade de trabalhar fora dela. Aliás, um estilo que não tem nada a ver com a McLaren, que exige perfeccionistas fanáticos e por isso nunca contratou J. Villeneuve.
Nem sei como Ron Dennis não pensou nisso antes de contratar Montoya. São 26 anos à frente da equipa, a velhice tem destas coisas...
Para isto terá contribuído o efeito-CM que tudo indica estar a apoderar-se da F1. As equipas têm as suas academias e vão passar a preferir apostar em jovens cheios de garra e salários baixos, em vez de conservar os velhos nomes com salários elevados. Fala-se insistentemente nas entradas de Kovalainen (academia Renault) e Hamilton (academia McLaren), e a pressão sobe os mais antigos nomes sobe.
Em suma, se a comparação não for exagerada, um fenómeno tipo Ronaldo - mas o Ronaldo a sério, dos anos 90, do 5-4 ao Real Madrid, que faz grandes coisas mas de carreira curta. Veremos se Montoya tem sucesso na NASCAR - se tiver, nunca será de excluir um regresso em grande...
Veremos também o desempenho de Pedro de la Rosa, a tentar segurar um lugar para 2007.
(post só sobre Fórmula 1, quem não quiser pode ir para este que está na moda)
Juan Pablo Montoya - A desilusão da década

O colombiano J.P.Montoya já anunciou a sua saída imediata da McLaren, rumo à NASCAR, nos States.
Recordo o Anuário de F1 de 2001, que perguntava se Montoya seria o novato do ano ou o piloto da década. A resposta está agora dada - na verdade, uma grande desilusão.
Montoya correu durante 5 temporadas e meia. Em 95 GPs, obteve 13 poles, 12 voltas mais rápidas e 7 vitórias. Foi candidato ao título em 2003 (estava a 1 ponto do 1º a 3 corridas do final.) O que correu mal? Porquê a saída?
- Montoya é uma grande desilusão porque era uma forte aposta para Campeão, senão mesmo para sucessor de Schumacher. O colombiano, vencedor do Champ Car e das 500 Milhas de Indianápolis (curiosamente o seu último GP), chegou à Williams em 2001 e à terceira corrida ultrapassou Schumacher de forma impressionante e só não venceu por ter sido abalroado por Verstappen. Ao longo do ano, e embora "só" tenha vencido um GP, deixou o mais experiente Ralf Schumacher na sombra, espalhando magia pelas pistas. E foi tudo isto que deixou a sua cotação muito alta.
Em 2002, voltou a ser o piloto mais forte da Williams, terminando em 3º no campeonato atrás dos Ferrari, tão bem cotado como Raikkonen.
E em 2003, com a descida de forma da Ferrari, cotou-se como candidato ao título, embora tenha fraquejado na parte final e decisiva. Mas ninguém duvidava que seria um top driver ao longo de toda a década.
A partir daí, raras vezes Montoya esteve ao seu nível. Em 2004 sofreu uma desmotivação tripla: primeiro, a renovada superioridade da Ferrari (retrocesso a 2002); depois, o afastamento por doença de Ralf, deixando o segundo Williams sem adversário à sua altura (a troca de Ralf por Gené foi um exemplo clássico de que, diga-se o que se disser, o piloto conta muito.); e por último, o contrato com a McLaren para 2005, que o deixou sem estímulo. As corridas finais de Montoya pela Williams foram mesmo más - com excepção daquela em que teve hipóteses de vencer, e que aproveitou (Brasil.)
Para 2005, era anunciado (e eu concordava...) que Montoya e Raikkonen era a dupla mais forte da F1 desde Prost-Senna.
Mas as coisas não correram como em 1988. Montoya adaptou-se mal ao carro; esteve duas corridas de fora por lesão a jogar ténis (diz-se que foi acidente de scooter); e, no regresso, demorou ainda mais a adaptar-se. Só na parte final de 2005 mostrou algum andamento face ao finlandês, o que se traduziu em 3 vitórias, mas ficou a sensação de uma temporada perdida. Com 2004, já eram duas seguidas.
E este ano voltámos a ter Montoya vários furos abaixo de Raikkonen, e (tal como em 2004) desmotivado pela perda de performance da equipa em relação ao ano anterior. A meio da temporada, quando as negociações para 2007 estão numa embrulhada confusa e inédita devido ao anúncio antecipado da ida de Alonso para a McLaren (e com a indecisão de Schumacher), Montoya rapidamente percebeu que não teria uma hipótese competitiva para 2007 (já se falava na Red Bull) e, bem ao seu estilo, bateu com a porta. (As duas borradas de Canadá e Estados Unidos não terão ajudado.)
- Caso inédito na Fórmula 1: nunca um piloto tão bem cotado - ou, diria, com tanto talento
- se despediu desta forma. Temos pilotos que envelhecem (Alesi, Berger); pilotos que não têm o talento suficiente (Pantano, e outros pagantes); ou simplesmente a oportunidade não surgiu (são às carradas, tipo Davidson, Firman, J. Wilson, T. Glock, S. Sarrazin,); pilotos que prolongam carreiras longas por equipas menos competitivas (estou a lembrar-me de J. Herbert que correu 10 anos no pelotão intermédio, mas sem nunca conduzir um carro mesmo mau); pilotos que se fartam (como Hakkinen) ou até pilotos que se retiram demasiado tarde, querendo prolongar o impossível, como fez o Eusébio (casos de Mansell e Hill). Mas nunca um dos chamados top drivers desistiu da F1 por desmotivação, ou pelo menos tão novo - e a meio da season.
É claro que a saída de Montoya se deve em grande parte ao seu demérito, somado ao facto de ter más perspectivas para 2007. Mas outros pilotos passaram por situações idênticas (caso de Piquet na Lotus) e não desistiram. Será que a NASCAR pode ser uma alternativa interessante, em termos de competição à Fórmula 1?
Coloco esta hipótese porque, para além da vontade da equipa de o pôr a andar, é estranha a desmotivação que o piloto mostrou desde que percebeu que não poderia ser campeão. Porque não continuar a lutar?
Talvez isso se deva atribuir apenas à personalidade particular do colombiano. Muito latino, aliás, muito "my hips don't lie" e "whenever, wherever" como a sua compatriota. Talentoso, determinado e bravo em pista, (até demais, dada a quantidade de vezes que bateu em colegas de equipa
) mas com pouca vontade de trabalhar fora dela. Aliás, um estilo que não tem nada a ver com a McLaren, que exige perfeccionistas fanáticos e por isso nunca contratou J. Villeneuve.
Nem sei como Ron Dennis não pensou nisso antes de contratar Montoya. São 26 anos à frente da equipa, a velhice tem destas coisas...
Para isto terá contribuído o efeito-CM que tudo indica estar a apoderar-se da F1. As equipas têm as suas academias e vão passar a preferir apostar em jovens cheios de garra e salários baixos, em vez de conservar os velhos nomes com salários elevados. Fala-se insistentemente nas entradas de Kovalainen (academia Renault) e Hamilton (academia McLaren), e a pressão sobe os mais antigos nomes sobe.
Em suma, se a comparação não for exagerada, um fenómeno tipo Ronaldo - mas o Ronaldo a sério, dos anos 90, do 5-4 ao Real Madrid, que faz grandes coisas mas de carreira curta. Veremos se Montoya tem sucesso na NASCAR - se tiver, nunca será de excluir um regresso em grande...
Veremos também o desempenho de Pedro de la Rosa, a tentar segurar um lugar para 2007.
domingo, julho 09, 2006
sábado, julho 08, 2006
Zoolander University - Devia antes ter ido para esta licenciatura...
Porque razão simpatizo com muçulmanos? Porque razão sou contra a acção política baseada na existência de um choque de civilizações? Porque razão apareci ao lado do Danish naquele debate numa aula do curso em que defendemos a cultura islâmica, mesmo reconhecendo limites ao multiculturalismo?
Porque estou convicto que não podemos confundir muçulmanos com terrorismo, muçulmanos com a Al-Qaeda/"islamo-fascismo" e porque de vez em quando aparecem inquéritos destes.
Porque estou convicto que não podemos confundir muçulmanos com terrorismo, muçulmanos com a Al-Qaeda/"islamo-fascismo" e porque de vez em quando aparecem inquéritos destes.
quarta-feira, julho 05, 2006
The Path
There is no turning back from this unending path of mine
Serpentine and black it stands before my eyes
To helland back it will lead me once more
It's all i have as i stumble in and out of grace
I walk through the gardens of dyinglight
And cross all the rivers deep and dark as the night
Searching for a reason why time would've passed us by
Withevery step i take the less i know myself
Every vow i break on my way towards your heart
Countless times i've prayed forforgiveness
But gods just laugh at my face
And this path remainsLeading me into solitude's arms
I see through thedarkness my way back home
The journey seems endless but i'll carry on
The shadows will rise and they will fall
And ournight drowns in dawn
Amidst all tears there's a smile
That all angels greet with an envious song
One look into stranger'seyes and i know where i belong
And the path goes on...
There is no turning back from this unending path of mine
Serpentine and black it stands before my eyes
To helland back it will lead me once more
It's all i have as i stumble in and out of grace
I walk through the gardens of dyinglight
And cross all the rivers deep and dark as the night
Searching for a reason why time would've passed us by
Withevery step i take the less i know myself
Every vow i break on my way towards your heart
Countless times i've prayed forforgiveness
But gods just laugh at my face
And this path remainsLeading me into solitude's arms
I see through thedarkness my way back home
The journey seems endless but i'll carry on
The shadows will rise and they will fall
And ournight drowns in dawn
Amidst all tears there's a smile
That all angels greet with an envious song
One look into stranger'seyes and i know where i belong
And the path goes on...
Acho que merecem uma salva de palmas. Chegaram às meias-finais, jogaram o melhor que souberam, não fizeram cenas nem deram porrada, ao contrário do que se diz por aí, entre túlipas e red lights (e tabuletas a proibir dizer asneiras, e entre o pim fortuyn, o theo van gogh e a ayaan hirsi ali.)
Nos minutos a seguir ao fim do jogo, sintonizei o auto-rádio na Rádio de Porto de Mós, que passou "Everybody Hurts", dos R.E.M, e pus o rádio no máximo. A seguir, passei para a Rádio Comercial, whom was playing "Come As You Are, dos Nirvana, aqui na Rádio Comercial, numa noite amarga..."
Nos minutos a seguir ao fim do jogo, sintonizei o auto-rádio na Rádio de Porto de Mós, que passou "Everybody Hurts", dos R.E.M, e pus o rádio no máximo. A seguir, passei para a Rádio Comercial, whom was playing "Come As You Are, dos Nirvana, aqui na Rádio Comercial, numa noite amarga..."
Tawny Roberts - Biography of a Pornstar
"As I grew up in Dallas Texas, I would have never of imagined that I would become a Pornstar. I had thoughts of fashion, and design, in my head as I went off to college in Utah. Although after two years of college, I lost interest, and found myself moving out to Los Angeles. While in LA I found work as a retail manager, although I was still trying to figure out my what to do with my life. One night while going out with some friends in Hollywood, I met Jill Kelley. I really didn't know that much about Porn, but I did know two names, Jenna Jameson, and Jill Kelley. After talking with Jill, I found that she was really sweet, and down to earth. She gave me her card, and said to give her a call if I ever wanted to be in a movie. After calling Jill, she put me in my first feature movie, Immortals. I then spent the next six months trying to build a name for myself. I worked for just about every company, and every magazine, before signing my first exclusive contract. I signed a two year contract with VCA Pictures. After the first year with VCA I found myself wanting to do more with my career than VCA could offer. After getting my release from my VCA contract, I knew that there was only one company for me.Vivid Video is at the top of the Porn Industry, and was the only company I wanted to work for. I immediately signed a two contract with Vivid, to appear in six movies a year. I'm so excited for what the next few years has to unfold. Vivid has many of the top adult stars in porn, and I can only hope to be remembered as one."
terça-feira, julho 04, 2006
Artigo 55º dos Estatutos da FPF
O exercício social da Federação Portuguesa de Futebol tem início no dia um de Julho e termina no dia trinta e um de Junho do ano seguinte.
Protesto anti-futebol no Brasil
Os manifestantes acham que os brasileiros só pensam em bola quando têm problemas muito mais graves e urgentes... e protestaram desta forma durante o Brasil-Gana.

A polícia não reagiu porque:
- os manifestantes não estavam a causar distúrbios
- os manifestantes estavam a falhar no seu objectivo de captar atenção, porque toda a gente estava a ver o jogo (note-se a rua deserta)
- e, claro, os polícias queriam ver o jogo...
Visionamento exclusivo para o Clube Anti-Coulthard
O que Senna não poderia ter feito com aquele carrinho...
O exercício social da Federação Portuguesa de Futebol tem início no dia um de Julho e termina no dia trinta e um de Junho do ano seguinte.
Protesto anti-futebol no Brasil
Os manifestantes acham que os brasileiros só pensam em bola quando têm problemas muito mais graves e urgentes... e protestaram desta forma durante o Brasil-Gana.

A polícia não reagiu porque:
- os manifestantes não estavam a causar distúrbios
- os manifestantes estavam a falhar no seu objectivo de captar atenção, porque toda a gente estava a ver o jogo (note-se a rua deserta)
- e, claro, os polícias queriam ver o jogo...
Visionamento exclusivo para o Clube Anti-Coulthard
O que Senna não poderia ter feito com aquele carrinho...
segunda-feira, julho 03, 2006
O Homem é o Nada
O Nada é o Homem
Do Nada ele veio
Pelo Nada tem andado
Para o Nada caminha
E no Nada ele acabará
Mas, pior que ser o Nada
è escrever isto que não vale Nada!
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