quinta-feira, junho 29, 2006
domingo, junho 25, 2006
quinta-feira, junho 22, 2006
-Dps de 24 anos descobri que meu tipo de sangue é A+.
Mas temos de fazer sempre o exame antes de doar ou receber sangue pois os médicos descobriram que o nosso tipo de sangue pode mudar conforme as doenças que formos tendo ao longo da vida bem como outros factores interiores e exteriores...
-Pelos vistos Reinold apareceu ontem na Sic a dizer k a Holanda ia ganhar a Portugal. Advinhem que me disse...(so têm uma oportunidade pa acertar!!). Quando o questionei a resposta nao podia ser mais elucidativa(ou nao?) a msg dele foi: "Oh yééé baby!! shake that áss!shake that áss!"
quarta-feira, junho 21, 2006
Explanation: Today the Sun reaches its northernmost point in the planet Earth's sky. Called a solstice, the date traditionally marks a change of seasons -- from spring to summer in Earth's Northern Hemisphere and from fall to winter in Earth's Southern Hemisphere. Pictured above is the 2005 Summer Solstice celebration at Stonehenge in England. The event was rare because Stonehenge was not always open to the public, and because recent summer solstices there had been annoyingly cloudy. In 2005, however, thousands of people gathered at sunrise to see the sun rise through the 4,000 year old solar monument. Due to the precession of the Earth's orbital axis over the millennia, the Sun no longer rises over Stonehenge in an astronomically significant way, although the photographer was able to find a good spot where the rising Sun appeared over one of Stonehenge's massive standing stones. (in Astronomy Picture of the Day, by NASA. E não é a Nasa da Naza, é mesmo a NASA.)Alguém me quer mandar uma piada na sequência desta notícia?
Boas defesa de Ricardo contra o México
Os portistas e anti-scolaristas salivam de raiva.
Existe moral e ética fora da religião?
(...) Opondo-se à afirmação de que tudo o que havia a dizer sobre ética já fora dito, afirma que, até há bastante pouco tempo, o estudo da ética foi realizado à luz de um contexto religioso. O número de pessoas não religiosas que fizeram da ética o trabalho da sua vida é notavelmente reduzido. (...) Durante grande parte do século XX, quando, pela primeira vez, muitos filósofos morais profissionais foram ateus, não era usual os filósofos tratarem as questões do que devemos fazer. Em vez disso, estudavam significados de termos morais e discutiam se a ética era subjectiva ou objectiva (...) Assim, Parfit termina o livro com uma nota de esperança:
A Terra permanecerá habitável durante pelo menos outro milhar de milhões de anos. A civilização começou apenas há poucos milhares de anos. Se não destruirmos a humanidade, estes poucos milhares de anos poderão ser apenas uma fracção ínfima da totalidade da história humana civilizada (...) a crença em Deus, ou em muitos deuses, impediu o desenvolvimento livre do raciocínio moral. A descrença em Deus, abertamente admitida por uma maioria, é uma realidade muito recente, ainda inconclusa. Porque isto é tão recente, a Ética Não Religiosa encontra-se numa fase muito incipiente. Não podemos prever já se, como na Matemática, chegaremos a acordo. Uma vez que não podemos saber como a Ética se desenvolverá, não é irracional ter grandes esperanças.
Peter Singer, "Como Havemos de Viver? - a ética numa época de individualismo"
Este texto é dedicado ao Danish, que, em recente conversa - quando vimos a Emily Rose - sobre religião, me fez questionar e pensar, de novo, sobre os verdadeiros motivos que me fizeram, a dada altura da minha vida, afastar da religião em que fui baptizado - e também, independentemente daquilo em que se acredita, sobre o que realmente importa em termos éticos. Obrigado, pá.
Relembro aos outros leitores que a SARIP, com dois católicos, um muçulmano, dois agnósticos (um deles com tendências budistas), um ateu, e um currículo de convivência com os prosélitos da Igreja de Jesus Cristo e dos Santos dos Últimos Dias, sempre se assumiu como um espaço de tolerância e diversidade religiosa.
sexta-feira, junho 16, 2006
É fácil constatar que o Daniel já andou a pesquisar o blog da SARIP após a sua chegada à Irlanda. O Reinold aventou uma explicação lógica para o nosso visitante neerlandês (pá, se tiveres razão, ainda vamos ter outros.)
Está por explicar é o nosso visitante norte-americano...
Bom mesmo seria um counter que identificasse as localidades. Se os leitores souberem de algum, por favor avisem-nos.
Meteorologia
A situação normal no Verão, no litoral continental, é a presença de um anticiclone que proporciona céu limpo, ocorrência super-frequente de nevoeiros vindos do mar, vento norte e mar agitado. (Enquanto o Algarve parece o paraíso.)
O centro de baixas pressões que, anormalmente, se instalou próximo da Península Ibérica por estes dias alterou completamente o panorama marítimo: vento sul/trocado, mar calmo. Só que trouxe também tempestades violentas... (e vento agitado no Algarve, como se viu na tv...)
Baile Atha Cliath, capital of Eire
Estamos à espera de novidades...
domingo, junho 11, 2006

Há 15 meses, referi que os pilotos da Renault tinham uma oportunidade única de fazer História.
Hoje, posso anunciar com segurança que já temos um bicampeão para a era pós-Schumacher. Fernando Alonso repete o estilo de Alain Prost (o mínimo de erros, a suavidade, a certeza matemática) e irá defrontar-se contra um Kimi Raikkonen ainda sem títulos (tal como quando Prost tinha 2 e Senna 0.) A diferença é que provavelmente não estarão na mesma equipa e ainda terão a sombra do Velho, que ainda hoje sacou eficazmente dois pontos ao finlandês graças ao trabalho de boxes falhado da McLaren.
Da corrida, pouco há a dizer. Talvez por estar distraído com a minha irmã, pensei que íamos ter uma corrida a três, mas depois dos safety-cars olhei com mais atenção e vi o Renault a disparar na frente como de costume... os Segundos Pilotos pontuaram todos, mas bem longe dos
respectivos líderes de equipa, e a BMW fechou os pontos...
sábado, junho 10, 2006

sexta-feira, junho 09, 2006
Detenção de Mário Machado, alto dignitário da Frente Nacional
A balbúrdia que envolveu o PNR durante a semana (manif de polícias cancelada, etc.) é um duro golpe para a imagem de um partido que queria ser o BE da direita. O pior mesmo será convencer as pessoas que o partido não é um satélite da Frente Nacional.
Sobre o sr. Machado, haverá quem pense que o melhor seria não dar atenção. Respeitando essas opiniões, quero deixar uma citação de Goebbels, ministro da Propaganda de Hitler, em 1940:
"Até agora temos conseguido deixar o inimigo às escuras relativamente às intenções reais da Alemanha, precisamente como antes de 1932 os nossos inimigos domésticos nunca viram para onde íamos ou que o nosso compromisso com a legalidade era só um artimanha (…) podiam ter-nos suprimido. Podiam ter capturado alguns de nós em 1925 e teria sido então o fim. Não, deixaram-nos entrar na zona perigosa. Foi também exactamente assim na política externa (…) Em 1933 um primeiro-ministro francês deveria ter dito: «o novo chanceler do Reich é o homem que escreveu Mein Kampf, o que diz isto e aquilo. Este homem não pode ser tolerado na nossa vizinhança. Ou sai de cena ou avançamos!» Mas não o fizeram. Deixaram-nos entregues a nós próprios (…) E quando ficámos prontos, mais bem armados que eles, então começámos a guerra!"
Morte de Al-Zarqawi
Foi pena, porque o emir da Al-Qaida no Iraque vai ficar sem saber se Portugal consegue ou não, ser campeão do Mundo.
Gostaria de chamar a atenção para o índice de portugalidade da edição deste ano, nomeadamente com este, este, este (this one is completely alone)... e este acima de todos.
(Destaque também para este.)
quarta-feira, junho 07, 2006
Uma nova esquerda europeia?
O «Manifesto de Euston» tem a intenção ostensiva de se demarcar de algumas personalidades e organizações da esquerda britânica que, nas palavras dos autores, têm sido «demasiadamente flexíveis» nos seus valores de esquerda. No manifesto, criticam-se claramente as «desculpas» e a «compreensão» por «regimes e movimentos reacionários»; o «relativismo cultural segundo o qual os direitos humanos fundamentais não são apropriados para algumas nações e povos»; o «anti-americanismo» enquanto «preconceito generalizado»; as «desculpas» para o terrorismo, e as alianças, no movimento anti-guerra, com «teocratas». Por outro lado, os autores propõem afirmativamente uma «política geralmente igualitária» em questões sociais; a «reforma radical das maiores instituições de governança económica global» e o «comércio justo, mais ajuda [aos países em desenvolvimento] e o cancelamento da dívida [desses países]»; a primazia do dever de «intervenção humanitária» sobre a «soberania» de Estados que não respeitem os direitos humanos essenciais; a «abertura a ideias e indivíduos à direita» e a «liberdade de criticar a religião». Assume-se ainda, expressamente, que alguns dos autores foram a favor da «intervenção militar no Iraque» e outros contra.
domingo, junho 04, 2006
Prestigiada Empresa de Trading
Descrição da função: Assumirá, progressivamente, a responsabilidade ao nível da intermediação de negócios, através do acompanhamento e apoio a clientes, na análise e avaliação de negócios ou de potenciais negócios nacionais e internacionais.
Perfil do candidato: Recém-formada em Relações Internacionais, Economia ou gestão, com apetência para a gestão de negócios internacionais, domínio do idioma Inglês e bosn conhecimentos de informática.
Oferta: Condições de trabalho atractivas, bem como integração em Empresa sólida com perspectivas de crescimento futuro.
Contacto e nº de referência: Envie o seu C.V. qual a Função e a Ref.ª 43/1388/60073
Observações: Os candidatos considerados serão contactados no prazo de 15 dias úteis. www.egor.pt Zona Centro
Responder: EGOR AVEIRO Praceta Hintze Ribeiro, 3 - R/C 3800-360 Aveiro Portugal Telefone: 234 382 334 Fax: 234 386 996

Não vou dizer que fui ao Rock in Rio, porque o objectivo não era ir ao Rock in Rio. Até passava bem sem ir ao Rock in Rio. Aliás, pouquíssimas bandas me fariam dar os 53€ do bilhete diário (sem pontos da BP). Offspring?... Silence Four?.... (porque estes hão-de regressar) Arcade Fire?... não sei. Red Hot, certamente que sim.
Não podiam ter sido mais bem empregues, já que se tratou de um concerto único. Condições atmosféricas excelentes, 76 mil pessoas (segundo o portugal diário, e lá no meio dava bem a sensação), e fiquei perto do estaminé da câmara central, ou seja, relativamente perto do palco.
E eles não desiludiram. Como se previa, e contra os vários detractores que me disseram (foi mais que um!) que o concerto ia ser só o disco novo e, portanto, uma seca, foi um concerto completo. Tivemos mais clássicos que músicas novas, abriram com músicas antigas (Can't Stop), o single do Stadium Arcadium (que já faz o público reagir), Scar Tissue foi logo a terceira.... claro que eles podiam fazer um concerto de horas, mas dentro do que se podia exigir, só faltou Around The World e Venice Queen para o concerto ser perfeito. Como extras, tivemos os solos de Flea e John, ou mesmo os "shows" a três de Flea, John e Chad, enquanto Anthony lhes cedia o palco: os Red Hot Chili Peppers são de facto uma banda de 4 artistas (quatro grandes músicos) todos eles indispensáveis.
Quanto ao resto, não há muitas palavras. Como disse Milan Kundera, num concerto rock não há distanciamento crítico, o público quer é integrar-se na música, fazer parte dela. Não podia estar mais certo...
De resto, vi Orishas e da Weasel, que estiveram bem. (Desta vez vi Orishas do princípio ao fim, enquanto na Latada 2005 só cheguei mesmo no auge, depois de termos estado 90m p entrar...) Da organização e do espaço, não tenho queixas...
sábado, junho 03, 2006
Se um português me convidar (uma festa, uma saída, um jantar, whatever) e eu disser que não, o português fica despeitado. Sentido. Um pouco magoado. Talvez mesmo um bocadinho chateado. Enfim, pior que fodido.
(esta sequência é, como facilmente se nota, copiada de Ricardo Araújo Pereira)
Porquê?... Porquê, pergunta ele. "Tens algo marcado? Tás cansado? Anda lá! Não sejas corte! ANDA!"
O português tem aquela mania do filho único que se imagina no meio de um Truman Show e o Mundo gira à volta dele e por causa dele. É uma falta de consideração recusar um convite! É óbvio que o convidado negacionista se está a cortar porque o português cheira mal, não lavou os dentes, prque não é divertido nas saídas, enfim, seja lá o que for. Até parece que são todos filhos únicos. Uma fraqueza de personalidade que mete dó... bem, pode ser que não. Pode ser que seja só um costume nacional bem vincado: Convite tem que se aceitar!
Recentemente, um amigo meu, oriundo da Europa do Norte, convidou-me para uma noite de copos a meio da semana e eu recusei, porque nesse dia tinha trabalhado 10 horas e no dia seguinte ia trabalhar outras 10. Se ele fosse português, era altamente provável que ele achasse isto uma desculpa tola e que me torturasse convenientemente até eu ceder, ou até ele próprio ceder, de beiça pendurada, resmoneando "tu é que sabes..." com ar de criança birrenta. Nada disso aconteceu. Um simples e honesto "well deserved rest."
É nestas ocasiões que me apetece emigrar.





