segunda-feira, maio 01, 2006

Neste 12º aniversário da morte de Ayrton Senna, gostaria de o relembrar de uma forma um pouco diferente: convidando o leitor a observar o vídeo da sua Última Volta (com a câmara instalada no interior do seu carro.

Não é um exercício de morbidez. Morbidez seria - ou antes: o espectáculo da morte - se eu pusesse aqui o vídeo do seu acidente. Não se trata disso. Trata-se de seguirmos com ele na sua última volta, quando sabemos que ele está prestes a morrer, sem que ele próprio o imagine. (Ele sabe que a profissão que escolheu comporta riscos e aceita-os de forma consciente e deliberada, mas não podia saber que a morte estava mesmo ali...)

Nada de morbidez, pelo contrário. Convido o leitor a pensar um pouco no sentido da vida enquanto observa o brasileiro a entregar-se de corpo e alma à sua paixão...