AVALIAÇÃO=DESENVOLVIMENTO
Ao longo da história os movimentos sindicais têm dado um contributo importante para o desenvolvimento da sociedade.
Não obstante esse contributo impar para a consolidação do regime democrático em que vivemos é necessário que, inerente à actividade das forças sindicais, esteja sempre presente um enorme sentido de responsabilidade e a intenção permanente de contribuir para o bem comum.
Com a recente apresentação do projecto de revisão do Estatuto da Carreira Docente pela Ministra da Educação que visa criar mecanismos de avaliação pedagógica do desempenho dos professores, alguns dirigentes sindicais mostraram não ter esse sentido de responsabilidade e essa intenção de contribuir para o bem comum.
Classificar de má uma proposta que visa avaliar o desempenho para que possamos ter um sistema educativo forte e consolidado, que nos permita baixar os índices de insucesso e abandono escolar e que nos permita premiar aqueles que, realmente, desempenham bem as suas funções pedagógicas é, no mínimo, inconveniente.
Além disso verificamos que alguns dirigentes sindicais recusam, taxativamente, que o sector que representam seja avaliado.
Esta perspectiva espelha um problema cultural de há longos anos no nosso país. Infelizmente, em Portugal, avaliar está associado a algo negativo, a algo que implique prejudicar o avaliado. Em Portugal a avaliação é vista como um processo punitivo.
Nada mais errado.
Uma avaliação baseada em critérios claros e transparentes, que permita um reaproveitamento dos recursos existentes, mantendo o que está bem e melhorando o que está mal pode ser o passo decisivo para reequilibrar o sistema educativo português e aproximar Portugal dos índices de desenvolvimento dos restantes países europeus.
Naturalmente que a culpa dos altos índices de insucesso escolar não é apenas dos professores. Todo o sistema deve ser avaliado.
Além deste facto a entrada dos pais neste processo de avaliação é muito positiva. No entanto não pode nem deve ser determinante. A avaliação científica do desempenho dos professores deve ser feita por uma entidade de avaliação externa. Os pais terão uma palavra a dizer na vertente pedagógica e na avaliação global do sistema educativo.
Esta proposta não pretende desvalorizar os professores como alguns dizem, pretende sim valorizá-los e dar-lhes condições para o bom desempenho nas suas funções.
Estou certo que a grande maioria dos professores do nosso país não se revê na posição destes dirigentes sindicais e que não terá qualquer problema em aceitar mecanismos de avaliação que verifiquem a sua actividade. Aceitar ser avaliado representa responsabilidade e confiança plena nas suas capacidades. Para que essa avaliação tenha resultados fidedignos devem ser dadas as devidas condições aos professores. Só depois disso é que poderemos ter um processo de avaliação claro, transparente e sem condicionantes.
Vamos, de uma vez por todas, perder o medo de ser avaliados, deixar de ver a avaliação como algo punitivo e sim como algo que permitirá melhorarias significativas, deixar de invocar “direitos adquiridos e liberdades” para encapotar incapacidades e acomodação.
A desculpa dos “direitos adquiridos” tantas vezes usada deixa de fazer sentido quando em causa está a educação das crianças e jovens que serão o futuro deste país. São eles o principal destinatário da actividade educativa e o sistema educativo deve ser desenvolvido em função deles.
Ser professor é uma profissão nobre e determinante para o futuro. Os professores devem ser respeitados mas quem os representa deve dar-se ao respeito, quer a Tutela, quer os movimentos sindicais.
Não obstante esse contributo impar para a consolidação do regime democrático em que vivemos é necessário que, inerente à actividade das forças sindicais, esteja sempre presente um enorme sentido de responsabilidade e a intenção permanente de contribuir para o bem comum.
Com a recente apresentação do projecto de revisão do Estatuto da Carreira Docente pela Ministra da Educação que visa criar mecanismos de avaliação pedagógica do desempenho dos professores, alguns dirigentes sindicais mostraram não ter esse sentido de responsabilidade e essa intenção de contribuir para o bem comum.
Classificar de má uma proposta que visa avaliar o desempenho para que possamos ter um sistema educativo forte e consolidado, que nos permita baixar os índices de insucesso e abandono escolar e que nos permita premiar aqueles que, realmente, desempenham bem as suas funções pedagógicas é, no mínimo, inconveniente.
Além disso verificamos que alguns dirigentes sindicais recusam, taxativamente, que o sector que representam seja avaliado.
Esta perspectiva espelha um problema cultural de há longos anos no nosso país. Infelizmente, em Portugal, avaliar está associado a algo negativo, a algo que implique prejudicar o avaliado. Em Portugal a avaliação é vista como um processo punitivo.
Nada mais errado.
Uma avaliação baseada em critérios claros e transparentes, que permita um reaproveitamento dos recursos existentes, mantendo o que está bem e melhorando o que está mal pode ser o passo decisivo para reequilibrar o sistema educativo português e aproximar Portugal dos índices de desenvolvimento dos restantes países europeus.
Naturalmente que a culpa dos altos índices de insucesso escolar não é apenas dos professores. Todo o sistema deve ser avaliado.
Além deste facto a entrada dos pais neste processo de avaliação é muito positiva. No entanto não pode nem deve ser determinante. A avaliação científica do desempenho dos professores deve ser feita por uma entidade de avaliação externa. Os pais terão uma palavra a dizer na vertente pedagógica e na avaliação global do sistema educativo.
Esta proposta não pretende desvalorizar os professores como alguns dizem, pretende sim valorizá-los e dar-lhes condições para o bom desempenho nas suas funções.
Estou certo que a grande maioria dos professores do nosso país não se revê na posição destes dirigentes sindicais e que não terá qualquer problema em aceitar mecanismos de avaliação que verifiquem a sua actividade. Aceitar ser avaliado representa responsabilidade e confiança plena nas suas capacidades. Para que essa avaliação tenha resultados fidedignos devem ser dadas as devidas condições aos professores. Só depois disso é que poderemos ter um processo de avaliação claro, transparente e sem condicionantes.
Vamos, de uma vez por todas, perder o medo de ser avaliados, deixar de ver a avaliação como algo punitivo e sim como algo que permitirá melhorarias significativas, deixar de invocar “direitos adquiridos e liberdades” para encapotar incapacidades e acomodação.
A desculpa dos “direitos adquiridos” tantas vezes usada deixa de fazer sentido quando em causa está a educação das crianças e jovens que serão o futuro deste país. São eles o principal destinatário da actividade educativa e o sistema educativo deve ser desenvolvido em função deles.
Ser professor é uma profissão nobre e determinante para o futuro. Os professores devem ser respeitados mas quem os representa deve dar-se ao respeito, quer a Tutela, quer os movimentos sindicais.
3 comentários:
os professores estejam é calados e ensinem coisas melhores ao nossos estudantes... trabalham 30 horas por semana e recebem um balurdio e têm 50 dias ferias ano... hipocrisia...
VOLTA SALAZAR... ESTAS PERDOADO!!!
o sindicato exagera.
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