1º dia no Grupo Carlyle – a importância de um curso superior
- A Natália é de que país?
- Da Rússia.
(…)
- Cá em Portugal há é muitos ucranianos, da Rússia há menos…
(…)
- Mas eu venho da Sibêria.
- Sibéria?? Pensei que fosse da Europa… bolas, vem de longe… e de que zona da Sibéria? Yakutsk, Kamchatka?
- Sim, sim, Kamchatka. A mais longe!
- Bem!!! Atravessou meio mundo para vir para aqui…
(…)
- Como ê que sabes tanto de Geográfia? Pôrtuguieses não côstumam saber tanto sobre Rússia…
- Eu tirei o curso de Relações Internacionais… sei um pouco de tudo sobre muitos países…
A liberdade
“No fundo, a liberdade é uma coisa simples, seja qual for a sua forma exterior. É a fé comum no homem, a boa vontade comum, a tolerância e a caridade comuns, a decência comum, nada mais, nada menos. Traduzido para termos políticos, é a doutrina segundo a qual o cidadão normal de um Estado civilizado é na verdade normal – que a decência que pertence naturalmente ao homo sapiens, como um animal acima das feras, está realmente nele. Considera que este cidadão normal pode ser confiável, um dia atrás do outro, para fazer o bem. Confia nos seus impulsos naturais, e presume que são saudáveis. Por fim, é a doutrina de que se essas presunções são falsas então não pode fazer-se nada – e se os seres humanos são realmente tão maus, então nenhum é suficientemente bom para policiar o resto.”
H. L. Mencken, editorial publicado em American Mercury, 1929, citado por Oswald le Winter, Democracia e Secretismo, 2002
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