O Ditador da Semana
Alexander Lukashenko
Este simpático ditador nasceu a 30 de Agosto de 1954 perto de Vitebsk, na República Socialista da Bielo-Rússia. Tornou-se professor de ciências sociais e económicas e serviu no exército vermelho. Ocupou cargos na Juventude Comunista e como gestor de unidades de produção. Em 1990, toma um lugar no Conselho Supremo Bielo-russo. Defende uma União Soviética baseada na democracia e é o único deputado bielo-russo a votar contra a dissolução da União Soviética, após o que voltou a gerir uma quinta. Em 1993 regressa, agora para um gabinete anti-corrupção. As acusações que desenvolve levam à queda do governo e à promoção de eleições livres, as quais vence com a sua aura de campeão da luta anti-corrupção.
As reformas capitalistas que se seguiram á queda do comunismo não tinham acontecido na Bielo-rússia e Lukashenko manteve o caminho. Para fazer face à crise económica, a união económica com a Rússia começou a tornar-se uma necessidade. Em 1995, declarou numa entrevista que a política interna de Hitler não havia sido má para a Alemanha. Em 1996, convocou um referendo para alargar o tempo de mandato e os seus poderes, que vem a ganhar com 70% dos votos e acusações de vigarice. Pouco depois, a liberdade de expressão da oposição começa a ser restringida. Pouco depois, o parlamento bielo-russo é encerrado pela polícia, sendo os deputados substituídos por uma série de "boys." Jornais oposicionistas são fechados e o KGB bielo-russo (o único que manteve o antigo nome) tornou-se o suporte do presidente. Em termos externos, Lukashenko expulsou o pessoal diplomático ocidental e envolveu-se no comércio de armamento com o Iraque, Irão, Sudão...As eleições controladas deram-lhe nova vitória.
Lukashenko é o último ditador europeu e não dá provas de querer abandonar o poder tão cedo. A economia continua sob controlo estatal e o estilo autoritário e paternalista é muito característico. O entusiasmo da Rússia por este parceiro não é tão grande como se poderia esperar, e embora o isolamento internacional seja quase total, a Bielo-rússia parece não precisar de ninguém. Afinal, Putin servirá sempre como escudo protector para ameaças externas.
Notícias da SARIP!
- Falta um dia para a Kartada. Serenidade e concentração são as palavras de ordem.
- O mistério adensa-se à medida que o tempo passa e o Fernando continua sem dizer se vem à Queima ou não...
- Hoje, Terça, começa a semana para Fábio Tiago.
OMF: o balanço
Terminada a fase de grupos, os Orange Mocca Frappucino conseguiram o último lugar do grupo A. Vale a pena, portanto, reflectir sobre a nossa participação.
- Dos 10 inscritos, apenas 5 compareceram com regularidade. Vejamos o que se passou com os outros.
- O keeper Gilberto apareceu 2 ou 3 vezes - aquelas em que conseguiu levantar a tempo. Ou seja, estivemos muitos jogos sem guarda-redes e com menos um disponível no banco.
- O Filipe Monárquico, dividido entre Lisboa e Coimbra...
- o Tiago, dividido entre Coimbra, Águeda e Viseu...
- o Barto só apareceu de vez em quando porque...
- o Alex ou tinha aulas ou...
Dos que participaram, o problema maior foi sem dúvida a resistência física. Umas vezes melhor, outras pior, mas nunca satisfatória. O meu caso terá sido o mais grave.
- Provavelmente ganhámos o prémio fair-play, tal a raridade de cartões que apanhámos...
- O aspecto técnico e táctico não foi assim tão; em alguns jogos conseguimos manter uma estabilidade razoável em termos de estrutura da equipa. O grande problema, como já dito, terá sido a resistência física.
Em suma, esta equipa foi uma honrada sucessora do RI United e do Arroz com Atum, que sempre primaram pela garra - e pela falta de stamina. É pena não podermos dizer que para o ano há mais...mas, claro, vamos poder rir-nos a respeito!
Sem comentários:
Enviar um comentário