quinta-feira, janeiro 01, 2004

2004 - Já estamos em 2004
A SARIP deseja a todos aqueles que gostam da SARIP, um fantástico ano de 2004.

A passagem de ano foi vivida intensamente por grande parte dos membros da SARIP.
No meu caso festejei a passagem na Nazaré, local de culto da Estremadura, onde mais uma vez se juntaram varias dezenas de milhares de pessoas para festejarem efusivamente a chegada do novo ano. 15 minutos de fogo de artifício e muita animação de rua, abrilhantada pela actuação de Armando, que pôs vários milhares de pessoas a dançar ao ritmo das músicas de carnaval da nazaré, música pimba, músicas brasileiras, e alguns hits internacionais, actuação esta que só acabou já para lá das 4 da matina.
Pouco antes da meia noite já todo o areal era pisado pelos muitos transeuntes, vindos de lugares tão distantes como Marinha Grande, Leiria, Ourém, Coruche, Santarém ou Caldas da Rainha, ansiosos por apanharem um monumental banho de champanhe, na altura em que tocassem as 12 badaladas. É aqui que se regista, talvez, a única falha da organização, já que quem tá na praia, não sabe ao certo quando se atinge as 00 horas. O que acontece é que uns abrem as garrafas mais cedo que outros, o que retira alguma espectacularidade ao acontecimento.
Todos os bares da Nazaré tinham um elevado stock de cerveja, pelo que as imperiais joravam sem parar. À excepção do blá e do barra, todos os outros bares tinham entradas gratuitas, pelo que se podia entrar, sair, ir apenas fazer as necessidades, sem grandes dificuldades. Tomar um copo era também muito fácil.
Às 2 da matina resolvi perguntar por onde andava o Daniel, este respondeu q estava algures na nazaré onde muita gente tava a dançar e um gajo tava a tocar ao vivo. Era claro que ele estava no centro de todo o movimento, pelo que o mandei ir ter ao 7 (seven)ics, o primeiro bar de todos. Por fim encontrei o Daniel com o Charlô e com outros 3 amigos dele. Um grupo de gajas de Picassinos, segundo o Daniel que pelos vistos reconheceu uma, não paravam de olhar pra nós. Foi também nesta altura que resolvemos tentar telefonar ao Ismael, o qual não atendeu visto que segundo o Daniel já estava podre de bebedo. A seguir telefonámos ao Fernando. Com o barulho que tava, apenas consegui entender o lôlôlô.
Um bocado mais tarde, já na praia, tentámos contactar o Danish, o qual, pelos vistos estava numa disco a ouvir graves e a olhar pó cú de gajas de mini-saia acompanhadas por grandes matulões. Muitos factos não são aqui relatados, pois com as inúmeras imperiais emborcadas ao longo da noite, nem todos os actos são aqui passíveis de serem contados.

O Daniel prometeu que durante os proximos 3 meses não iria beber, nem comer hamburguers, a fim de perder alguns quilos e fazer inveja à namorada. Fico à espera para ver.

Peço também aos jogadores do OMF que cuidem do físico a fim de preparar os próximos jogos para o torneio da faculdade.

Por último, queria só relatar algo bastanto caricato:
Estava eu a ler a colectânea de textos de Gestão e Pessoas, naquela altura a ler um texto da própria professora da cadeira, quando de repente na página 280 e qualquer coisa, me surge em vez da palavra "determinante", a palavra "determinete". Ora tendo em conta que isto deve ser uma obra publicada, a situação deve ser algo embaraçosa. É óbvio que quando estamos a escrever algo, muitas vezes estamos a pensar em algo que não referente ao estudo em questão. Fica no ar; no que é que a prof. estaria a pensar no momento em que escreveu a tal palavra...

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